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terça-feira, 1 de setembro de 2026

ELEIÇÕES 2026

TSE agora até decreta pena de morte de candidato

A um mês da eleição, o ministro Dias Toffoli usou atraso na listagem de perfis para decretar a morte da candidatura de Renan Santos (Missão). O jovem que liderou quatro manifestações contra Toffoli e Alexandre de Moraes no STF, em razão do escândalo Vorcaro/Banco Master, não foi vítima de cassação formal, mas de algo mais eficiente: a morte política. Sem postar, sem produzir conteúdo, sem debates, sem sabatinas e sem verba, o candidato deixa de existir. A campanha de Lula (PT) exultou.

Silêncio como punição

Com o “fuzilamento” do candidato, na prática, a Justiça Eleitoral deixou de regular propaganda e passou a decidir quem pode ser ouvido.

TSE decide quem fala

Eleição livre não se mede só pela urna confiável. O eleitor pode não escolher mais quem acha melhor e sim entre os que o TSE deixa falar.

Uma corte que se acha

Após desequilibrar a disputa em 2022, o TSE acumulou superpoderes, legisla e julga. Agora neutraliza candidato enquanto o calendário corre.

Cláudio Humberto

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