Candidatos tentam conseguir votos entre os alvirrubros
Abordagem distante das filas de votação é liberada
Diario de Pernambuco
Os candidatos à presidência do Náutico circulam pelos Aflitos desde a abertura das urnas, iniciada às 12h06. Muitos aproveitam para conversar com os membros da chapa e com eleitores. A abordagem é permitida, desde que distante das três filas de votação e do recinto onde estão as cabines, lugar onde só pode permanecer o fiscal de cada grupo concorrente. A entrega de adesivos e panfletos no entorno do salão do clube também foi liberada pela comissão eleitoral. Decisões tomadas em reuniões prévias às eleições.
Mais cotado a vencer o pleito para o Executivo, Paulo Wanderley, da chapa Náutico de Primeira, evita qualquer clima de "já ganhou" e convoca os eleitores. "Eleição se decide nas urnas. O futuro do Náutico está nas mãos dos sócios. Espero que eles acreditem e permitam a continuidade do trabalho que está dando certo. Todos pediram as diretas. Então, chegou a hora de vir ao clube e votar", declarou.
Candidato forte da oposição, Marcílio Sales, do Movimento Transparência Alvirrubra (MTA), enche-se de satisfação ao garantir que foi o próprio MTA quem lançou a campanha em prol das eleições diretas. "Em 2010, durante o jogo entre Náutico e Ponte Preta, iniciamos a a mobilização. Levamos o projeto para as arquibancadas", afirmou.
Embora apontado como o candidato com menos chance de vencer a eleição, Paulo Henrique Guerra, do grupo É Renovação, mostra-se ansioso para o resultado, programado para ser divulgado até as 23h desta quinta-feira. "Tivemos uma campanha difícil. Corremos atrás do tempo. Quem acompanhou nossos debates e viu o nosso projeto, vai dar o apoio. Se a oposição ganhar, mesmo que não seja a nossa (neste caso, o MTA), vou me sentir contemplado", revelou.
Mais cotado a vencer o pleito para o Executivo, Paulo Wanderley, da chapa Náutico de Primeira, evita qualquer clima de "já ganhou" e convoca os eleitores. "Eleição se decide nas urnas. O futuro do Náutico está nas mãos dos sócios. Espero que eles acreditem e permitam a continuidade do trabalho que está dando certo. Todos pediram as diretas. Então, chegou a hora de vir ao clube e votar", declarou.
Candidato forte da oposição, Marcílio Sales, do Movimento Transparência Alvirrubra (MTA), enche-se de satisfação ao garantir que foi o próprio MTA quem lançou a campanha em prol das eleições diretas. "Em 2010, durante o jogo entre Náutico e Ponte Preta, iniciamos a a mobilização. Levamos o projeto para as arquibancadas", afirmou.
Embora apontado como o candidato com menos chance de vencer a eleição, Paulo Henrique Guerra, do grupo É Renovação, mostra-se ansioso para o resultado, programado para ser divulgado até as 23h desta quinta-feira. "Tivemos uma campanha difícil. Corremos atrás do tempo. Quem acompanhou nossos debates e viu o nosso projeto, vai dar o apoio. Se a oposição ganhar, mesmo que não seja a nossa (neste caso, o MTA), vou me sentir contemplado", revelou.
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