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sexta-feira, 25 de maio de 2012

NÁUTICO - PRONTO PRA GUERRA


Náutico se prepara para derrubar a "muralha" do Cruzeiro

RICARDO FERNANDES/DP/D.A PRESS
Lateral Lúcio já trabalhou com Celso Roth

Dirigido por Celso Roth, time mineiro deve vir para os Aflitos com uma postura de forte marcação

Diario de Pernambuco
O atual técnico do Cruzeiro, Celso Roth, tem uma fama que o acompanha nas equipes que dirige. É o tipo do treinador que prioriza a marcação. Em alguns times teve sucesso com essa postura, em outros nem tanto. Por isso, os jogadores do Náutico já sabem o que esperar na partida deste sábado, às 21h, nos Aflitos: um adversário bastante fechado por um lado, mas pronto para matar o jogo nas poucas oportunidades que surgirem.

Os alvirrubros estão certos. Desde que chegou ao Cruzeiro, Roth colocou em prática uma postura mais defensiva. Escalou a equipe num 4-5-1. No meio-campo, três volantes e um meia de ligação. Montillo, camisa 10 do time, foi adiantado para o ataque. Um pouco mais à frente, o único atacante de ofício: Wellington Paulista. Foi assim na estreia contra o Atlético/GO, que terminou empatada em 0 a 0.

A postura deve ser mantida para a partida contra o Náutico. No coletivo realizado ontem, Roth manteve o 4-5-1, com algumas trocas de peças. A mais importante foi a entrada de Tinga, recém-contratado junto ao Internacional, que é volante de origem, mas tem qualidade de um meia. Os outros cabeças de área são Amaram e Charles. Souza fará a ligação. Montillo e Wellington Paulista continuam na frente.

O lateral-esquerdo Lúcio já trabalhou com Celso Roth no Grêmio e conhece bem o treinador. Ele ressaltou a priorização da marcação nas equipes do treinador. Do Cruzeiro, ele não espera nada diferente. “Já trabalhei com o Celso (Roth). Sei o pensamento e a conduta de trabalho dele. Um aspecto muito importante é a marcação, desde o início. Ele sempre teve isso e é algo que vamos que tentar burlar”, analisou o jogador.

Diante dessa postura do Cruzeiro, Lúcio pede paciência, tanto ao time quanto à torcida, pois sabe que não vai ser fácil superar a forte retranca do adversário. “Tem que ter paciência. Não pode querer decidir o jogo com 15 ou 20 minutos. Tem que ter equilíbrio, esperar o melhor momento para pressionar. Quando você enfrenta um adversário de qualidade, tem que atacar, mas com prudência.  A torcida tem que ajudar também. Vamos passar por momentos delicados no jogo”, ressaltou.

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