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terça-feira, 15 de maio de 2012

SANTA CRUZ - COMPLICARAM O SPORT


Veneno coral

Branquinho e Luciano Henrique coroaram a volta por cima com gols decisivos sobre o ex-clube

 Diario de Pernambuco
Um estava encostado no rival Sport. Chegou para compor o elenco. O outro, relegado ao esquecimento da Série C, lutando com o Fortaleza contra mais um rebaixamento. Chegaram ao Arruda no início da temporada cercado por incertezas. Escolheram o momento perfeito para dissipá-las. Ontem, Branquinho e Luciano Henrique brilharam com a camisa tricolor na antiga casa. Quis o destino que fossem eles os autores do primeiro e terceiro gols da vitória sobre o ex-clube. Gols que garantiram o bicampeonato e anunciam um futuro de renascimento na nova morada.

Em especial para Luciano. O talentoso meia de 33 anos não vivia uma boa fase desde a Copa do Brasil de 2008, conquistada pelo Sport. Uma derrocada inflamada por uma mágoa. “Na hora que eu mais precisei do Sport, eles fecharam as portas para mim. Saí de lá praticamente de muletas, depois de uma cirurgia. Mas não tenho raiva. Isso é coisa do passado e agora defendo as cores do Santa Cruz”, disse ao Superesportes durante o PE2012.

Ontem, Luciano Henrique começou na reserva. Uma estratégia do técnico Zé Teodoro, confiante no potencial do meia para incendiar o jogo no segundo tempo. Começou o jogo com Branquinho, aberto na direita, como um ponta. A opção deu certo. Branquinho abriu o placar. E Luciano realmente entrou no segundo para decidir, para fazer o terceiro gol, que no momento, deu uma certa tranquilidade ao time. Um gol para dar confiança. Para motivá-lo a reencontrar o craque de outrora. Assim espera a torcida tricolor.

Ah, é Caça-Rato!
Outro jogador que deixou para trás uma fase difícil para ser campeão como um dos destaques do Santa foi o atacante Caça-Rato. Quase dispensado no fim da última temporada, o atleta recifense de 25 anos permaneceu, a priori, para compor o elenco. Acabou colocando Carlinhos Bala e Geílson no banco. Mais: passou a ser reconhecido pela entrega em campo e, em várias oportundades, teve o nome gritado pela torcida: “Ah, é Caça-Rato!”

Um coadjuvante que também possui o Sport no passado. E uma saída do clube. Flávio jogou nas divisões de base do Leão. Foi dispensado. Girou pelo interior antes de chegar pelo Santa. E não contribuiu para o título somente com disposição. Marcou cinco vezes no Estadual. E mostrou um “talento” especial para fazer gols em clássicos. Balançou as redes tanto do Sport quanto do Náutico. Certamente, permanecerá no Arruda. Onde espera continuar escutando o seu nome sendo ecoado nas arquibancadas.

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