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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

NÁUTICO - ELOGIANDO OS COMPANHEIROS

João Ananias elogia companheiros de meio de campo no Náutico: "Aprendendo a cada jogo"

"É um meio de campo que faz tempo que o Náutico não tem", avaliou o volante João Ananias

Volante tem sido o pilar defensivo do meio de campo que conta com três bons jogadores à sua frente


Na temporada 2015, João Ananias era o maior ladrão de bolas da Série B até romper os ligamentos do joelho. Era o dono do meio de campo. Referência. Em 2016, ele reconquistou a titularidade, mas desta vez encara outro papel. Não que ele tenha perdido importância para o time, mas tem aprendido mais do que ensinado. Ao lado de Rodrigo Souza, Marco Antônio e Vinícius, o prata da casa do Náutico tem formado um dos meio de campo mais fortes da Série B.

“São jogadores bastante experientes, que sabem jogar e é um meio de campo que faz tempo que o Náutico não tem. É um meio de campo que sabe colocar a bola no chão, sabe dosar, sabe ditar o jogo. Eu venho aprendendo a cada jogo”, elogiou o volante.

Após a formação definida pelo técnico Givanildo Oliveira, o Timbu ganhou força no setor e o quarteto tem sido o coração pulsante da equipe nos sete jogos de invencibilidade. Uma sequência que colocou a equipe pernambucana de volta ao G4, algo que pode ter sido o grande vacilo dos adversários diretos. “

A gente sempre queria esse G4. Conseguimos chegar nessa reta final e temos que manter os bons jogos e os resultados.Temos mais um confronto direto com o Ceará. Entramos no G4 então queremos mais sair. Deixaram a gente chegar e vamos brigar para ficar por ali”, prometeu Ananias.

Outro lugar que João quer ficar é no time titular. Lesionado durante o duelo contra o Bragantino, o volante foi poupado contra o Brasil de Pelotas e já voltou a treinar normalmente nesta terça-feira. Situação que ele não espera vivenciar novamente nesta reta final de competição. “Até brinco que não gosto de ficar de fora. Tentei continuar contra o Bragantino, mas Gaston e Rafael me falaram que era melhor sair. A fisioterapia achou melhor segurar contra o Brasil (de Pelotas) e foi melhor. Agora estou pronto e espero não me machucar mais.”



Diario de Pernambuco

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