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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

NÁUTICO - FELIZ COM A SITUAÇÃO

Yuri Mamute diz estar feliz por ser acionado no decorrer das partidas do Náutico

"Sempre fui muito brincalhão e bem-humorado", disse o atacante alvirrubro após o treino deste sábado

Bem humorado, atacante apareceu no CT alvirrubro acompanhado do filho, comentou o bom momento do Timbu e agradeceu por ser lembrado por Givanildo Oliveira


A expectativa em torno da contratação do atacante Yuri Mamute causou frisson na torcida do Náutico. Muito se esperava do jogador, que veio do Grêmio. Seu começo no clube pernambucano, porém, não foi do jeito que gostaria.  As lesões o deixaram afastado do gramado por dois meses. Durante esse tempo, Mamute não perdeu o bom-humor, uma de suas principais características. Recuperado, ele tornou-se um dos atletas que mais vem sendo acionado pelo técnico Givanildo Oliveira no decorrer dos jogos da Série B.

"Sempre fui muito brincalhão e bem-humorado. Primeiramente, dou graças a Deus por estar aqui. E é muito bacana estar participando deste momento que o Náutico vive. Tem sido gratificante fazer parte deste grupo e mais ainda por ser lembrado pelo treinador.  Vou continuar me esforçando nos treinos para que isso siga acontecendo. Aqui, somos um grupo e não somente 11 jogadores",  comentou  o atleta, que recebeu a ilustre visita do filho Joaquim, de um ano e sete meses, nesta quarta-feira, no CT da Guabiraba.

As risadas e descontração, Mamute explica que ficam restritas ao ambiente antes das partidas da Segundona. Pois, dentro de campo a seriedade prevalece. "Quando o grupo entra em campo, a atenção é redobrada. O clima muda completamente. É seriedade e foco em cada adversário", acrescenta.

E contra o Ceará, oponente deste sábado, às 18h30, na Arena de Pernambuco, a pisada será a mesma, segundo o jogador. "Eu acredito que eles não vão fazer um jogo de muita pressão. Vão se guardar e sair somente nos contra ataques. Caberá a nós manter nossa pegada porque é um time que está brigando pelo acesso também", alertou Mamute, que nos tempos de criança, em Porto Alegre-RS, costumava brincar de veterinário, pois gosta muito de animais. "Não jogava bola quando criança. Jogar futebol foi mesmo um dom de Deus", completa.



Diario de Pernambuco

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