As mudanças cruciais de Givanildo no Náutico
Desde que Givanildo assumiu, foram 17 pontos conquistados nos últimos 7 jogos e 80,9% de aproveitamento
Entenda quais foram as principais mudanças do Timbu desde que o treinador assumiu
Gols sofridos
Sete jogos se passaram e o Náutico só sofreu três gols desde que Givanildo Oliveira assumiu o clube. Foram quatro jogos sem que a meta de Júlio César fosse vazada, um dado que revela outro número bem interessante do Alvirrubro. Nesta fase invicta o time nunca sofreu mais do que um gol por partida. Somando tudo isto, o Náutico agora possui a melhor defesa da competição desde que mudou de treinador. A média de gols sofridos por partida caiu de 1.3 para 0,42.
Esquema que privilegia o ponto forte do elenco
Se você não tem um centroavante para marcar os gols, do que adianta ficar lançando para os pontas o tempo todo. Talvez este tenha sido o maior erro de Alexandre Gallo e Givanildo logo corrigiu isso. Saiu do 4-3-3 e foi para o 4-4-2. Se beneficiou da qualidade de Marco Antônio, que acabara de chegar ao clube e formou um dos melhores quartetos de meio de campo da Série B com João Ananias, Rodrigo Souza, Marco Antônio e Vinícius. O técnico ainda tem o luxo de ter Negretti e Renan Oliveira no banco de reservas, atletas que seriam titulares na maioria dos outros clubes da competição.
Atacantes voltaram a marcar gols
Givanildo Oliveira deixou claro desde que chegou ao Náutico que desejava um camisa nove para o time, mas como não foi atendido, teve que se virar com o que tinha no elenco. Elegeu Rony e Bergson como seus atacantes e a dupla atendeu ao chamado. É verdade que não foi algo imediato, mas que vem pagando seus dividendos. Os dois atacantes marcaram cinco gols nos últimos três jogos e Rony ainda foi o autor da jogada do gol contra do Brasil de Pelotas na última partida. Ou seja, a aposta está dando certo e os homens de frente foram responsáveis por mais de 50% dos 11 gols da era Givanildo.
Diario de Pernambuco

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