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quinta-feira, 14 de maio de 2026

PRODUTORA NEGANDO TUDO

Produtora nega recursos de Vorcaro em filme sobre Bolsonaro

Jim Caviezel como Jair Bolsonaro em Dark Horse



A GOUP Entertainment se manifestou publicamente



Nesta quarta-feira (13), a GOUP Entertainment afirmou que não recebeu recursos do empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, para a produção do filme Dark Horse, baseado na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A manifestação ocorreu após reportagem do Intercept Brasil apontar que empresas ligadas a Vorcaro teriam movimentado cerca de R$ 61 milhões relacionados ao projeto cinematográfico. Segundo o site, parte dos valores teria sido enviada ao fundo Havengate Development Fund LP, ligado a aliados do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro.

Na nota técnica, a produtora declarou que o filme foi estruturado por meio de investimento privado e sem uso de recursos públicos. A empresa também alegou que a legislação dos Estados Unidos impede a divulgação de investidores protegidos por acordos de confidencialidade.

– A GOUP Entertainment afirma categoricamente que, dentre os mais de uma dezena de investidores que compõem o quadro de financiadores do longa-metragem Dark Horse, não consta um único centavo proveniente do sr. Daniel Vorcaro, do Banco Master ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário – diz a nota.

A produtora acrescentou que conversas com empresários e potenciais apoiadores não significam, necessariamente, participação financeira efetiva no projeto.

– Conversas, apresentações de projeto ou tratativas eventualmente mantidas com potenciais apoiadores e empresários não configuram, por si só, efetivação de investimento, participação societária ou transferência de recursos – afirma o comunicado.

Ao final, a GOUP repudiou tentativas de ligar o filme ao caso envolvendo o Banco Master e afirmou que permanece à disposição das autoridades e da imprensa para prestar esclarecimentos.

– A GOUP Entertainment repudia, portanto, tentativas de associação indevida entre a produção cinematográfica e fatos externos desprovidos de comprovação documental, financeira ou contratual – conclui a produtora.

Pleno.News 

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