Pernambuco terá um senador de direita
As eleições deste ano em Pernambuco serão muito complicadas, a começar pelo cenário que se apresenta para o Senado, com postulações de diversos partidos, bem como de candidatos que estão mudando de partido para viabilizar o ingresso na difícil disputa pelas duas vagas.
Não existe candidatura solta, avulsa, sem cabeça de chapa forte, no caso o candidato a governador. Na recente história pernambucana, só lembro do grande Cali (Carlos Wilson), eleito senador sem uma chapa completa, apenas com FHC candidato a presidente.
Espero que o Brasil, ou melhor, Pernambuco esteja atento a essa eleição. Temos duas vagas e a possibilidade de a direita eleger uma é muito grande, na minha opinião, em razão da polarização em cima no plano nacional e a divisão que se observa no eleitorado brasileiro. Pernambuco não é uma ilha.
No pleito passado, Gilson Machado saiu das urnas como candidato ao Senado no campo bolsonarista com mais de 1,3 milhão de votos. Foi o segundo mais votado de Pernambuco e o primeiro mais votado do Nordeste.
Não entrou, porque só tinha uma vaga. Vamos nos empenhar fortemente em favor dele na campanha que se aproxima. Não tenho nenhuma dúvida de que há um espaço aberto no Estado para emplacarmos um senador de direita.
Por André Correia*

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