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sábado, 24 de janeiro de 2026

CAMINHADA PELA LIBERDADE

Nikolas sobre caminhada: Pedi que as pessoas não doem nem Pix
Caminhada convocada por Nikolas Ferreira Foto: Reprodução / Instagram




Movimento segue até Brasília



Nesta sexta-feira (23), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) falou sobre críticas que surgiram em função da Caminhada pela Justiça e Liberdade, que ele iniciou. O parlamentar destacou que não está pedindo apoio financeiro.

Nikolas também questionou a falta de críticas sobre escândalos da política e ressaltou que a caminhada é um movimento que ocorre de forma orgânica e pacífica.

– Muito engraçado que agora o pessoal vai focar em quem tá financiando a caminhada. E quem tá financiando o contrato milionário da mulher do Moraes? Eu tô de férias, eu como deputado faço o que eu quiser. Os deputados aí, enquanto estão botando dinheiro na cueca, roubando velhinho do INSS, dentro do escândalo do Banco Master, enquanto tão aí dentro de resort… (…) Nós estamos aqui de uma forma orgânica, de uma forma pacífica. Eu estou tirando do meu próprio dinheiro – disse Ferreira, em entrevista ao Metrópoles.

E acrescentou:

– Eu pedi para as pessoas não doarem absolutamente nada, nem Pix ou vaquinha. (…) Quem não acredita, vem participar.

Caminhada pela Justiça e Liberdade, liderada por Nikolas rumo a Brasília (DF), tem recebido cada vez mais políticos e apoiadores. O movimento busca chamar atenção para os atos judiciais relacionados ao 8 de janeiro e ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Como mostrou o Pleno.News , o ato simbólico busca chamar atenção para prisões e decisões judiciais que a direita considera injustas, além de defender tratamento digno aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro e ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

O movimento começou na cidade mineira da Paracatu, para onde Nikolas tinha viajado para participar da entrega de uma emenda parlamentar, e tem como destino final a capital federal. A cada 10 quilômetros de caminhada, Nikolas tem relembrado a história de uma pessoa punida pelos atos de 8 de janeiro ou alvo de decisões do STF. No 90° quilômetro, o nome escolhido foi justamente o de Bolsonaro.

Ana Luiza Menezes

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