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domingo, 1 de fevereiro de 2026

A GOVERNADORA SE DEFENDE

Raquel nega perseguição e diz que Polícia Civil não serve a interesses políticos


A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), se pronunciou hoje (31), em vídeo publicado no Instagram, sobre a denúncia de que a Polícia Civil teria monitorado de forma supostamente ilegal o chefe de Articulação Política e Social do Recife, Gustavo Queiroz Monteiro. Na gravação, a gestora afirmou que não há orientação do governo para perseguição política e destacou a autonomia da instituição policial.

“Não existe, por parte do governo de Pernambuco, nenhuma orientação de perseguir quem quer que seja”, declarou. Segundo Raquel Lyra, “a Polícia Civil de Pernambuco é uma instituição de Estado, com autonomia e responsabilidade funcional. Ela não pertence a governos, não serve a interesses políticos e jamais será instrumento de ninguém”.

A governadora também disse tratar o tema com serenidade e defendeu que investigações ocorram sempre que houver indícios. “Nada nem ninguém jamais deixará de ser investigado se houver indícios suficientes para isso”, afirmou, acrescentando que “Pernambuco precisa de governo, não de barulho”.

O ministro Gilmar Mendes, do STF, autorizou há pouco a Polícia Federal a investigar a Polícia Civil de Pernambuco, diante de indícios de monitoramento ilegal de agentes públicos ligados à Prefeitura do Recife. Na decisão (Petição nº 15.115), Mendes destacou sinais de uma estrutura paralela de inteligência usada para vigilância política, sem inquérito formal, autorização judicial ou controle institucional, com o uso de tecnologias invasivas, como rastreamento veicular e reconhecimento facial.

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