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segunda-feira, 2 de julho de 2018

SELEÇÃO BRASILEIRA

Com Marcelo no banco, Tite confirma escalação da Seleção para enfrentar o México

Marcelo treinou, mas não tem condições de atuar em alto nível durante toda partida


Treinador confirmou a permanência de Filipe Luís na lateral esquerda


O técnico Tite confirmou, na manhã deste domingo, a escalação da Seleção Brasileira para o jogo contra o México nesta segunda-feira, às 11h (de Brasília), na Arena Samara. O treinador confirmou a permanência de Filipe Luís no lugar de Marcelo, que não tem condições para jogar uma partida inteira – ainda mais com a possibilidade de 120 minutos, em caso de prorrogação.
"Marcelo jogou pouquíssimo tempo. Nos dias 28 e 29, ficou no departamento médico, ontem (sábado) veio a campo, fez trabalho com bola, específico, mas sem enfrentamento, o que foi feito hoje (domingo) com baixo volume", afirmou o preparador físico da Seleção Brasileira, Fábio Mahseredjian.

"Ficamos temerosos para um jogo que pode ser 120 minutos. Eu não posso cravar que ele tem capacidade. Além disso, será um jogo com 34, 35 graus e umidade elevada, que faz o desgaste físico ser muito grande. No caso dele, de cinco dias de pouquíssima atividade, isso pode acarretar em um desgaste ainda maior", comentou o preparador.

Na entrevista coletiva, Tite afirmou que Marcelo tem capacidade para jogar entre 45 e 60 minutos e que não colocaria a saúde do jogador em risco para uma partida decisiva.

Desta forma, o Brasil vai a campo com Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Filipe Luís; Casemiro e Paulinho; Willian, Philippe Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus.

Brasil e México se enfrentam nesta segunda-feira, às 18h do horário local, com previsão de até 35ºC. Quem vencer, enfrenta o ganhador de Japão e Bélgica, sexta-feira, em Kazan.

COPA DO MUNDO 2018

'Sem favoritismo', Brasil encara México pelas oitavas da Copa do Mundo, em Samara

Neymar em clima descontraído com companheiros em treino do Brasil no palco do jogo em Samara



Após eliminação de três campeãs mundiais, Seleção joga em alerta nesta segunda-feira para confirmar bom retrospecto contra mexicanos em Copas


Em uma Copa do Mundo que quatro dos principais favoritos já foram para casa – Alemanha, Argentina, Portugal e Espanha –, a Seleção Brasileira sabe que não pode se apegar apenas ao favoritismo e à história para superar o México nesta segunda-feira, às 11h (de Brasília), em Samara, pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Para evitar qualquer zebra, a equipe do técnico Tite precisa manter o bom nível técnico da vitória sobre a Sérvia, contar com mais uma atuação de gala de Philippe Coutinho, do espírito coletivo de Neymar e que Gabriel Jesus, enfim, desencante, depois de três jogos sem marcar.
"A gente não tem que se preocupar com Alemanha, o que aconteceu. Futebol é jogado. Quanto menos a gente falar, melhor é. Alemanha era favorita, como Argentina, Portugal... Coisas do passado, a gente não pode mudar”, afirmou Thiago Silva, ao ser perguntado sobre como o time encarou a eliminação dos algozes de 2014. Um dos seis remanescentes de quatro anos atrás, o camisa 2 foi escolhido para ser capitão pela segunda vez nesta Copa do Mundo, assumindo aos poucos a condição de líder principal, mesmo com o revezamento da braçadeira. 

Thiago Silva e Tite negaram que a partida traga mais pressão por ser de fase final. “Desde que empatamos no primeiro jogo, vivemos em um mata-mata”, lembro o treinador, se referindo ao empate com a Suíça, por 1 a 1, que obrigou a Seleção a melhorar de rendimento para vencer Costa Rica e Sérvia, ambos por 2 a 0. “(Contra o México) teremos alguns ajustes, mas uma expectativa de que a equipe reproduza o desempenho do último jogo”, afirma Tite.

Zagueiro do PSG, Thiago Silva disse que espera que Neymar brilhe, à exemplo de Cavani e Mbappé, seus outros companheiros de clube. Contra os sérvios, Neymar fez um grande jogo, na avaliação de Tite, que acredita que o camisa 10 já esteja em sua melhor forma, depois da lesão. Na primeira fase, Neymar dividiu o protagonismo com Coutinho, que vem sendo o grande jogador brasileiro da Copa, com dois gols e uma assistência. O jogador do Barcelona é um dos atletas mais participativos da Copa, com exatos 600 passes em três partidas. Passou pelos pés dele a classificação brasileira.


Contra os mexicanos, Filipe Luís será mantido no lugar de Marcelo, que não tem condições para jogar uma partida inteira – ainda mais com a possibilidade de prorrogação. "Ficamos temerosos para um jogo que pode ser 120 minutos. Eu não posso cravar que ele (Marcelo) tem capacidade. Além disso será um jogo com 34, 35 graus e umidade elevada, que faz o desgaste físico ser muito grande", comentou o preparador físico da Seleção Brasileira, Fábio Mahseredjian. 

Brasil e México se enfrentam às 18h do horário local, com previsão de até 35ºC. É a temperatura mais alta que o Brasil enfrentou até agora. Nas três primeiras partidas, a Seleção Brasileira jogou duas vezes à noite e a única que foi durante a tarde, o céu estava nublado, contra a Costa Rica, em São Petersburgo. Já os mexicanos jogaram com termômetro acima dos 30ºC, na vitória sobre o México sobre a Coreia do Sul, por 2 a 1, em Rostov do Don. 

“A desidratação virá. Vamos atentar para que os atletas se hidratem bem antes da partida, com isotônicos, para que não sinta tanto essa desidratação, pois a queda de performance é proporcional”, comentou o preparador.

RETROSPECTO FAVORÁVEL

Será a quinta partida entre Brasil e México na história das Copas. Os brasileiros venceram as três primeiras partidas, em 1950 (5 a 0), 1954 (4 a 0) e 1962 (2 a 0) e empataram sem gols na Copa passada, quando Guillermo Ochoa fez partida inspirada. "É um dado estatístico, olhado para o passado, tal qual a outra referência, eles tiveram vitória de ouro olímpico”, comentou Tite, se referindo ao retrospecto melhor dos mexicanos em jogos decisivos. 

O time latino-americano já superou o Brasil três vezes quando se encontraram em finais: as finais da Copa Ouro’1996, Copa das Confederações’1999 e dos Jogos Olímpicos de Londres’2012. “O que é importante, independentemente destes números: no jogo anterior, todos os atletas tiveram individualmente muito bom ou bom desempenho, isso fortalece a equipe. Quem entrou tem feito a diferença”, ressaltou Tite.

ADVERSÁRIO


O México tem sete remanescentes do ouro olímpico conquistado sobre o Brasil em 2012 e 15 jogadores que estiveram na Copa do Mundo’2014, quando caíram nas oitavas de final para a Holanda – os mexicanos são eliminados nesta mesma fase desde 1994, há seis Mundiais. Ex-técnico do São Paulo, o colombiano Juan Carlos Osório considera o Brasil “o melhor time do mundo”, mas não vai abrir mão de jogar ofensivamente. 

“Nunca vamos renunciar nossa proposta de ser protagonistas e atacar. Sempre colocaremos time com, no mínimo, de cinco ofensivos” afirmou Osório, que levou o México às vitórias sobre Alemanha (1 a 0) e Coreia do Sul (2 a 1), e foi goleado pela Suécia, por 3 a 0, na última rodada.

A grande força do México está no seu trio ofensivo, com Vela, pela direita, Chicharito Hernández, centralizado, e Hirving Lozano, pela esquerda. Este último, que defende o PSV, da Holanda, é o destaque dos mexicanos na Copa, marcando o gol sobre os alemães e dando uma assistência no triunfo sobre os coreanos.

“É um trio de respeito, de qualidade técnica, inteligentes, ocupam os espaços. O Chichatito conheço melhor, sei da qualidade que tem. Qualquer cuidado é pouco com esse trio de ataque. Não só eles. Tem que cuidar dos outros para minimizar essas bolas até os atacantes”, comentou Thiago Silva.

O único desfalque do México é o zagueiro Héctor Moreno, suspenso pelo segundo amarelo. Seu substituto deve ser Ayala. A outra opção é o veterano Rafa Márquez, que disputa sua quinta Copa do Mundo – recordista ao lado do compatriota Carbajal,  do alemão Lothar Matthaus. e do italiano Gianluigi Buffon.

Fã do futebol brasileiro, Osorio elogiou o time verde-amarelo ontem. “Creio que o Brasil é uma grande equipe. Me atreveria a dizer que é a melhor do mundo, pois coletivamente todos os jogadores têm capacidade de controlar e passar a bola”, afirmou. “Tem um treinador de alto nível, que sabe mesclar muito bem seus jogadores. Me parece uma grande oportunidade para os mexicanos enfrentar, nas oitavas de final, a melhor equipe do mundo"

OURO OLÍMPICO - Dos sete remanescentes dos Jogos Olímpicos que estão na Rússia, apenas o volante Héctor Herrera é titular. Oribe Peralta, autor dos dois gols do ouro olímpico, está no bando. Do Brasil, quatro jogadores estavam em campo: Thiago Silva, Neymar, Danilo e Marcelo.

“Tive a oportunidade de estar na medalha de ouro. Tenho recordações bonitas, mas já passou. Tem que viver o presente e sabemos que o Brasil é uma equipe de muita qualidade, jogadores que jogam nas melhores equipes do mundo”, comentou Herrera. “Espero que façamos uma grande partida, temos confiança no grupo, em mim mesmo e confio que faremos o possível para continuar nosso sonho de vencer a Copa.”

Philippe Coutinho 


26 anos, armador do Barcelona

3 jogos
260 minutos
2 gols
1 assistências
200 passes
7 chutes a gol
4 chutes no gol
2 faltas cometidas
3 faltas sofridas
1 cartão amarelo

Hirving Lozano


22 anos, armador do PSV

3 jogos
227 minutos
1 gols
1 assistências
51 passes
5 chutes a gol
2 chutes no gol
5 faltas cometidas
11 faltas sofridas
0 cartão amarelo


BRASIL x MÉXICO

Brasil: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Filipe Luís; Casemiro e Paulinho; Willian, Philippe Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus. Técnico: Tite

México: Ochôa; Álvarez, Ayala, Salcedo e Gallardo; Herrera, Layún e Guardado; Vela, Lozano e Chicharito Hernández. Técnico: Juan Carlos Osório

Estádio: Arena Samara, em Samara
Horário: 11h (de Brasília)
Árbitro: Gianluca Rocchi (ITA) 
Assistentes: Elenito Di Liberatore e Mauro Tonolini (ITA)



Renan Damasceno /Estado de Minas

FUGA DE DELINQUENTES

Funase do Cabo de Santo Agostinho enfrenta motim e fuga

                     Adolescentes são recapturados após motim e fuga na Funase do Cabo                   Foto: Ed Machado/Folha de Pernambuco



Confusão começou por volta das 17h e a Funase confirma o ocorrido, mas ainda não informou se há mortos ou feridos nem quantos fugitivos

Um motim com fuga de internos e feridos tumultuou a Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, neste domingo (1º). A confusão começou por volta das 17h e só foi controlada depois das 19h, quando a Polícia Militar entrou na unidade. Segundo a Funase, um interno ficou ferido e muitos outros fugiram. No local, um policial militar chegou a mencionar 55 fugas, mas a Funasenão confirmou o número até as 21h. 

Por meio da assessoria de imprensa, a Funase alegou que a contagem dos presos só deve ser concluída na madrugada desta segunda-feira (2). A instituição só informou que um interno foi ferido por um objeto perfurocortante e foi socorrido - gases sujas de sangue podiam ser vistas até do lado de fora da unidade. Ele foi levado para a Unidade de Pronto-Atendimento (Upa) do Cabo e depois transferido para o Hospital Dom Hélder Câmara, também no Cabo. Outro jovem foi atendido dentro da unidade, por conta de uma entorse no tornozelo. O reeducando responsável pelo ferimento mais grave foi levado, por volta das 20h, para a delegacia de plantão do Cabo. A Funase não informou a idade dele. 

O motivo do motim ainda não foi confirmado. Familiares que estavam na porta da unidade, aguardando informações dos internos, afirmaram que outras brigas já haviam ocorrido na unidade. A irmã de um dos internos disse até que a confusão poderia ter sido por falta de comida. Ela disse que o irmão estava reclamando que os funcionários da Funase estariam sem receber e, por isso, estariam levando os lanches dos internos para casa. Um dos agentes, no entanto, negou o atraso de salários. A Funase também negou a história e disse que apurações iniciais indicam que o motim foi causado para viabilizar a fuga dos internos, que abriram um buraco em um dos muros da unidade para poder escapar. 

A confusão ocorreu nas alas 2 e 4 da unidade, segundo a Funase, e começou logo depois da visita dos familiares, que ocorreu tranquilamente das 9h às 16h. Os jovens atearam fogo em colchões e lençóis e a fumaça podia ser avistada à distância. Por isso, alguns funcionários saíram do prédio, muito nervosos. Eles não quiseram falar com a reportagem.

Segundo a Funase, a situação foi controlada por volta das 19h30. Mas aproximadamente vinte policiais continuavam envolvidos na busca pelos jovens que conseguiram fugir às 21h30. Até este horário, cinco reeducandos já havia sido recapturados. Dois deles foram encontrados por volta das 19h30 por policiais do Grupamento Tático Itinerante (Gati) na comunidade de Novo Horizonte, no bairro da Charneca. Segundo o Gati, mais três adolescentes estavam no local, mas fugiram entrando na mata da região. Outro jovem acabou sendo capturado no mesmo local algum tempo depois. Mais cedo, já haviam sido recapturados mais dois pela Rádio Patrulha. 


Por: Portal FolhaPE

SPORT - LANÇAMENTO MISTERIOSO

Cercado de mistério, Sport terá novo uniforme lançado pela Under Armour neste mês

Under Armour, dos EUA, vira a nona fornecedora de materiais do Sport desde os anos 1980


Parceria com empresa norte-americana está prevista para cinco temporadas


O início do mês de julho carrega, para a torcida do Sport, a ansiedade consigo. Não apenas pela expectativa para saber em que nível o time voltará a disputa da Série A após a pausa para a Copa do Mundo. Também porque é o mês limite para se apresentar os novos uniformes para a temporada em uma nova parceria estabelecida pelo Rubro-negro. Desde 2014 utilizando o material fornecido pela Adidas, chegou a vez do Leão se vestir com a norte-americana Under Armour. 
Por enquanto, os detalhes sobre as roupas ainda são mantidos em total sigilo pelas partes. É provável, no entanto, que a equipe vista o padrão repaginado no duelo contra o Fluminense, no dia 22 de julho, na Ilha do Retiro. Independente disso, fato é que, contratualmente, julho é o mês limite para se apresentar e iniciar a venda dos novos uniformes para o Sport. Até porque o clube fez um aditivo no acordo com a Adidas, que se encerrou no fim do ano passado, para usar os antigos padrões até este mês. 

A ansiedade dos torcedores rubro-negros se justifica pela postura de comprador massivo. O Sport costuma aparecer entre os clubes com maiores vendas de camisa no país. Em 2014, porém, rompeu fronteiras. O Rubro-negro chegou a figurar no top 10 de uniformes mais vendidos pela Adidas no mundo - os números detalhados não foram divulgados. Já em novembro e dezembro de 2016, o Leão liderou o ranking de vendas no Brasil entre todos os times com uniformes comercializados pela Centauro.

Agora, com uma parceria estabelecida com a Under Armour por cinco anos, o desejo é retomar essa condição de destaque. A empresa norte-americana entra em um clube do Nordeste brasileiro pela primeira vez. No país, aliás, apenas Fluminense tem contrato com a fornecedora. O São Paulo chegou a ter uma parceria. O primeiro investimento, contudo, foi no basquete, em 2011, quando fez o material esportivo do Pinheiros, de São Paulo. 
Já no país de origem, o Estados Unidos, Stephen Curry, astro da NBA, e Tom Brady, estrela da NFL, são patrocinados pela Under Armour. A marca também é reconhecida por investir em tecnologia e sempre buscar inovação nos seu produtos. Em relação aos valores dos uniformes de futebol, as camisas são vendidas, em média, por R$ 249,90.

Julho de 2023

Prazo de contrato com a Under Armour

R$ 249,90

O valor médio de venda dos uniformes da Under Armour

Número de diferentes fornecedoras do Sport desde os anos 1980


Diario de Pernambuco

NÁUTICO - GANHANDO OPÇÕES

Náutico ganha opções no ataque, e Márcio Goiano celebra maior concorrência no setor

Atacante Ortigoza volta a ser opção no ataque do Náutico após cumprir dois jogos de suspensão


Técnico tem voltas de Ortigoza e Wallace Pernambucano, mas ressalta papel de Robinho atuando mais centralizado no ataque da equipe alvirrubra


Em excelente fase no Brasileiro da Série C, o Náutico convive com o crescimento de produção do elenco. Em alguns casos, por soluções encontradas pelo técnico Márcio Goiano. No ataque, por exemplo, existe um novo cenário. Nas últimas duas partidas, Robinho atuou mais centralizado e ganhou a aprovação do comandante e dos torcedores.  Acontece que, diante do Confiança-SE, no próximo sábado, no estádio Batistão, o treinador terá a volta de antigas peças para o setor e celebra o aumento da concorrência interna.  
Após cumprir dois jogos de suspensão, Ortigoza já é uma uma nova opção para fazer com o que Náutico siga no topo da classificação. Hoje, o time tem 19 pontos e ocupa o segundo lugar da Terceira Divisão. Outra jogador que também deve ampliar a lista é Wallace Pernambucano. Ele se recuperou de um lesão muscular, iniciou o processo de transição física e não deve ser problema para o confronto. 

A dupla tem grande destaque na temporada timbu, que se iniciou com a conquista do Campeonato Pernambucano. Em 18 partidas, o paraguaio Ortigoza balançou as redes dez vezes. Já Wallace Pernambucano também mostrou poder de decisão com nove tentos em 25 duelos.

Diante deste cenário, o técnico Márcio Goiano celebra a possibilidade de escolha lembrando que Wallace Pernambucano já poderia ter atuado na vitória sobre o líder Atlético-AC por 3 a 1, no último sábado. Mas, por não ter trabalhado com bola, ele preferiu preservá-lo.

“A gente fica muito feliz por ter dado certo (a mudança de posicionamento de Robinho). Não tinha dúvida que o Robinho ia me dar esse resultado. Hoje se joga com e sem referência. O Robinho é um jogador que tem mobilidade, joga de costas. Já o Wallace tava numa crescente. O Ortigoza tem sua história aqui. A curto prazo, temos que avaliar na apresentação e eu fico feliz de ter mais opção. O principal objetivo é subir para a série B. Fico feliz que tenha dado certo, o mérito é todo do Robinho”, avaliou o técnico.


Diario de Pernambuco

domingo, 1 de julho de 2018

SANTA CRUZ - TIME EVOLUINDO

Roberto Fernandes celebra evolução do Santa Cruz em vitória sobre o ABC: 'De volta ao G4'

Roberto Fernandes: "Vitória que vem em um momento fundamental porque nos leva de volta ao G4"


Treinador afirmou que elenco está começando a entender seu estilo de jogo


Na sexta partida à frente do Santa Cruz na Série C, o técnico Roberto Fernandes viu a equipe fazer a melhor apresentação sob o seu comando. Superior ao ABC de ponta a ponta, o Tricolor construiu uma maiúscula vitória, por 3 a 0, contra a equipe potiguar jogando em Natal. Com os três pontos, a equipe coral quebrou uma sequência de três jogos sem vencer na competição, voltou ao G4 e deu vida nova ao time no Brasileiro.
"É um resultado que a gente vinha buscando porque quando se perde um jogo em casa tem que se buscar os pontos recuperar fora. E agora a equipe está de voltar à briga, de volta ao G4", comemorou o treinador, referindo-se a derrota em casa para o Timbu, há duas rodadas.

Com um futebol envolvente, o Santa Cruz abriu uma vantagem de dois gols ainda na metade do primeiro tempo da partida. Bem postado na defesa e na base dos contra-ataques mortais, sacramentou uma incontestável vitória fora de casa. Na visão de Roberto Fernandes, após pouco mais de um mês de trabalho dele no clube, a equipe está se adaptando ao seu estilo.

"O time começa a entender o que eu venho pedindo. O meio de campo com mais pegada, sem a bola encurtando os espaços e no ataque conseguimos funcionar. E não só o Pipico (com dois gols), mas a atuação de todos foi muito boa. É uma vitória que vem em um momento fundamental porque nos leva de volta ao G4 e agora temos uma sequência de dois jogos em casa. É hora der sermos o mandante e do torcedor apoiar para que o Santa Cruz se consolide no G4", pontuou.

O Tricolor volta a campo no próximo domingo, às 17h, para enfrentar o lanterna Remo, no Arruda. Na rodada seguinte, será a vez de receber o Globo-RN em casa.


Diario de Pernambuco

CAMPEONATO BRASILEIRO

Com dois gols de Pipico, Santa Cruz quebra a má sequência, vence o ABC e volta ao G4

Com duas assistências previstas e duas bolas na trave, Robinho foi um dos destaques corais na partida


Tricolor não vencia há três rodadas, consegue recuperação e alivia pressão com êxito por 3 a 0, na noite deste domingo, no estádio Frasqueirão, em Natal


Eram três partidas sem vencer na Série C. Duas derrotas nos últimos dois jogos. O Santa Cruz entrou em campo pressionado na noite deste domingo, no estádio Frasqueirão, em Natal. E, com a corda no pescoço, conseguiu comprovar uma virtude que andava em falta: a de reação. Com dois gols de Pipico, ainda no primeiro tempo, e um de Jailson, no segundo, o Tricolor venceu o ABC por 3 a 0 e, beneficiado pelos demais resultados, retornou ao G4 do Grupo A.

Foi uma vitória animadora da equipe comandada pelo técnico Roberto Fernandes principalmente pelo bom futebol apresentado pela equipe - naquele que foi o melhor jogo sob o comando do treinador no Brasileiro. Na quarta posição, o time coral agora volta a campo no próximo domingo, contra o Remo, no Arruda.

O jogo

O Santa Cruz foi, antes de tudo, eficiente no primeiro tempo. Defensivamente, mas sobretudo no ataque. Após um início de jogo morno, sem emoção, aos poucos a equipe coral foi naturalmente tomando conta da partida. Forçando o jogo pelo lado direito, o Tricolor encontrou a mina de ouro da defesa potiguar. E soube concluir bem as oportunidades que encontrou.

Aos 15, após boa jogada individual e finalização de Robinho, Igor Bohn espalmou e William Maranhão pegou a sobra na entrada da área mandando com perigo para fora. Na jogada seguinte, não teve quase. Após lançamento com extrema precisão de Robinho, Pipico dominou com categoria e bateu no canto: 1 a 0. Atordoado com o gol sofrido, a equipe do ABC se desestruturou na partida. Vaiado pela torcida, açodou-se na busca pelo empate. Foi pior. Ou melhor para o Santa Cruz. Aos 22, Jailson finalizou, Igor espalmou, mas, no rebote, Pipico aproveitou para ampliar.

Na desvantagem e com as arquibancadas jogando contra, a equipe abecedista precisou mudar de postura. Aos 24, Higor Leite bateu falta com perigo e colocou Machowski para trabalhar. Aos 27, foi a vez de Rodrigo Rodrigues exigir do goleiro coral. Com o placar favorável, o Santa Cruz diminuiu o ritmo. Recuou. Mas soube calcular bem os riscos. E sem deixar de atacar. Aos 34, Allan Vieira arriscou de fora da área e Igor salvou o terceiro gol coral. Até o fim da etapa, os tricolores conseguiram bem conter o ímpeto adversário. Sem sustos.

Segundo tempo

Na volta do intervalo, a partida não mudou de figura. Estrategicamente esperando o adversário no campo de defesa, o Santa Cruz deu campo para o ABC - que até começou melhor a etapa final. Porém, repetiu o mesmo erro: ir com sede demais ao pote. No primeiro contra-ataque coral, aos 10 minutos, o terceiro gol. Robinho mais uma vez fez lançamento com perfeição, Jailson dominou, avançou, passou por Marcos Júnior e mandou nas redes.

Em cobrança de folga, com Higor Leite, o ABC assustou Machowski, aos 15. E não passou disso. O Tricolor seguiu mandando no jogo à sua maneira. Retraído, mas assustando na hora certa. Aos 23, em mais um contra-ataque, Arthur deu bom passe para Augusto quase ampliar. Aos 30, Robinho cruzou, a bola passou por todo mundo e estourou no travessão. O mesmo Robinho voltaria a acertar a trave, desta vez por querer, aos 35. A partida se encerraria com o Santa Cruz mais perto do quarto gol do que os potiguares do primeiro.

Ficha do jogo

ABC 0
Igor Bohn; Vitinho (Erivélton), Tonhão, Samuel e Igor Fernandes (Matheus Carvalho); Anderson Pedra (Alan Cardoso), Felipe Guedes e Higor Leite; Marcos Júnior, Rodrigo Rodrigues e Luan. Técnico: Ranielle Ribeiro. 

Santa Cruz 3
Tiago Machowski; Vítor, Sandoval, Danny Morais e Allan Vieira; Willian Maranhão, Eduardo e Arthur Rezende (Charles); Jailson, Robinho (Mailton) e Pipico (Augusto). Técnico: Roberto Fernandes.  

Local: Frasqueirão, em Natal.
Árbitro: Ronei Candido Alves (MG).
Assistentes: Marcus Vinícius Gomes e Magno Arantes Lira (ambos de MG).
Gols: Pipico (16’ e 22’ do 1ºT), Jailson (10’ do 2ºT) (S).
Cartões amarelos: Erivélton (A); Lima, Allan Vieira e Sandoval (S).
Público: 1.178.
Renda: R$ 11.875. 


Diario de Pernambuco

COPA DO MUNDO 2018

Goleiros dão show, Croácia bate Dinamarca nos pênaltis e vai às quartas da Copa

Herói da classificação, Subasic é celebrado pelos companheiros da Croácia, que pega Rússia nas quartas



Schmeichel defende pênalti de Modric no fim da prorrogação e salva mais duas cobranças na disputa; mas Subasic pega três e garante classificação croata


A Croácia teve neste domingo sua pior atuação na Copa do Mundo, viu Modric perder a chance de garantir a classificação às quartas de final já na prorrogação e Schmeichel emergir como possível herói em Nijni Novgorod. Mas quando tudo parecia favorecer a Dinamarca, coube ao goleiro Subasic, que falhara no primeiro minuto de jogo no gol do adversário, selar a classificação croata com a vitória por 3 a 2 nos pênaltis, após empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação.

Foi um dos jogos de pior nível técnico da Copa, que teve suas ações resumidas nos primeiros três minutos da partida e nos últimos quatro da prorrogação. A Dinamarca abriu o placar logo no início, mas viu a Croácia igualar momentos depois em um lance de muita sorte. O confronto, então, se desenrolou por mais de 100 minutos quase sem emoção, até que Modric parou em Schmeichel em cobrança de pênalti já no fim do tempo extra.

Na disputa de pênaltis, Subasic cresceu para pegar as cobranças de Eriksen e Schöne, mas Schmeichel também estava disposto a escrever seu nome na história e defendeu as tentativas de Badelj e Pivaric. Na última cobrança dinamarquesa, Nicolai Jorgensen parou novamente em Subasic. Coube, então, a Rakitic garantir a classificação.

A Croácia teve neste domingo sua pior atuação na Copa do Mundo, viu Modric perder a chance de garantir a classificação às quartas de final já na prorrogação e Schmeichel emergir como possível herói em Nijni Novgorod. Mas quando tudo parecia favorecer a Dinamarca, coube ao goleiro Subasic, que falhara no primeiro minuto de jogo no gol do adversário, selar a classificação croata com a vitória por 3 a 2 nos pênaltis, após empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação.

Foi um dos jogos de pior nível técnico da Copa, que teve suas ações resumidas nos primeiros três minutos da partida e nos últimos quatro da prorrogação. A Dinamarca abriu o placar logo no início, mas viu a Croácia igualar momentos depois em um lance de muita sorte. O confronto, então, se desenrolou por mais de 100 minutos quase sem emoção, até que Modric parou em Schmeichel em cobrança de pênalti já no fim do tempo extra.

Na disputa de pênaltis, Subasic cresceu para pegar as cobranças de Eriksen e Schöne, mas Schmeichel também estava disposto a escrever seu nome na história e defendeu as tentativas de Badelj e Pivaric. Na última cobrança dinamarquesa, Nicolai Jorgensen parou novamente em Subasic. Coube, então, a Rakitic garantir a classificação.


Com isso, a Croácia seguiu viva no objetivo de ao menos igualar a geração de 1998, que surpreendeu o mundo ao terminar na terceira colocação da Copa da França. Para isso, porém, terá que passar pela embalada dona da casa, a Rússia, que eliminou a Espanha também nos pênaltis neste domingo. O duelo acontecerá sábado que vem, em Sochi.

Se o jogo foi morno, o início foi dos mais eletrizantes. Antes mesmo que as equipes pudessem se estabelecer em campo, a Dinamarca saiu na frente. Com um minuto, Delaney ficou com a bola após cobrança de lateral direta para a área. O volante tentou ajeitar, mas foi Mathias Jorgensen quem bateu cruzado, sem muita força, e contou com ajuda de Subasic.

Com a mesma velocidade, a Croácia chegou ao empate, e em novo lance fortuito. Aos três minutos, Rebic fez boa jogada pela direita e tocou para Vrsaljko, que chegou cruzando. Dalsgaard afastou, mas a bola acertou o rosto de Knudsen e sobrou para Mandzukic empatar.

Talvez assustados com o início movimentadíssimo, os dois times diminuíram o ritmo e o jogo caiu de produção. A Croácia até mantinha a posse de bola, bem à sua característica, mas não conseguia agredir. Fruto de uma boa marcação da Dinamarca, que era até mais perigosa quando avançava.

Ao contrário de Modric, Eriksen encontrava certo espaço para criar. Aos 26, deu passe preciso para Braithwhite, que finalizou abafado por Subasic. Pouco depois, recebeu na grande área e, mesmo com pouco espaço, tentou por cobertura, parando no travessão. A resposta croata veio em tentativas de Perisic, que não acertou em cheio a bola, e Rakitic, que parou em boa defesa de Schmeichel.

Sem ser incomodada, a Dinamarca voltou para o segundo tempo disposta a ser um pouco mais ofensiva, foi gostando do jogo e passou a dominar a partida. Se pouco assustava, era dona da posse de bola e impedia qualquer ação mais eficaz da Croácia. Aos 26, quase voltou à frente quando Poulsen ganhou no corpo de Strinic e cruzou para Jorgensen, que dominou e bateu em cima de Subasic.

Dominado, o técnico Zlatko Dalic colocou Kovacic na vaga de Brozovic, e a Croácia melhorou. Modric e Rebic tentaram de fora da área, mas sem grande perigo. Aos 40, Rebic fez grande jogada pela direita e deixou Knudsen no chão, mas Rakitic não conseguiu finalizar na entrada da área. Nos acréscimos, o meia do Barcelona também arriscou de longe, com perigo.

Ninguém evitou, porém, a prorrogação. E mesmo com 30 minutos a mais de jogo, as duas equipes seguirem jogando no mesmo cenário. Os dinamarqueses insistiam em se fechar e explorar as jogadas de bola parada, principalmente os laterais, enquanto a Croácia tentava ficar com a posse, mas sem criatividade.

No primeiro tempo, Schöne tentou de fora da área pela Dinamarca e Kramaric respondeu pela Croácia. Mas bastou um cochilo dinamarquês na marcação de Modric para o meia do Real Madrid encontrar enfiada perfeita para Rebic, que driblou Schmeichel antes de ser calçado no carrinho por Mathias Jorgensen. Pênalti que o próprio Modric cobrou no canto esquerdo. O goleiro dinamarquês caiu e agarrou a bola para levar a decisão para a cobrança de penalidades. Aí, falou mais alto a estrela de Subasic, para delírio croata.


CROÁCIA 1 (3) X (2) 1 DINAMARCA


CROÁCIA - Subasic; Vrsaljko, Lovren, Vida e Strinic (Pivaric); Brozovic (Kovacic), Rakitic, Rebic, Modric e Perisic (Kramaric); Mandzukic (Badelj). Técnico: Zlatko Dalic.


DINAMARCA - Schmeichel; Dalsgaard, Kjaer, Mathias Jorgensen e Knudsen; Christensen (Schöne), Delaney (Krohn-Dehli) e Eriksen; (Sisto) Braithwaite, Cornelius (Nicolai Jorgensen) e Poulsen. Técnico: Age Hareide.


GOLS - Jorgensen, a um, e Mandzukic, aos três minutos do primeiro tempo.


ÁRBITRO - Néstor Pitana (Fifa/Argentina).


CARTÃO AMARELO - Mathias Jorgensen (Dinamarca).


PÚBLICO -
 Não disponível.


LOCAL - 
Nijni Novgorod Stadium, em Nijni Novgorod (Rússia).

COPA DO MUNDO 2018

Rússia surpreende, bate Espanha nos pênaltis e volta às quartas de final da Copa depois de 48 anos

Vaga russa veio nos pênaltis, com vitória por 4 a 3, depois de empates no tempo regulamentar e na prorrogação


Agora, os anfitriões pegarão o vencedor de Croácia x Dinamarca


A festa na Rússia promete varar a noite pela classificação da Seleção local às quartas de final da Copa do Mundo neste domingo. A vaga veio nos pênaltis, com vitória por 4 a 3, depois de empate por 1 a 1 no tempo regulamentar e 0 a 0 na prorrogação. O goleiro Igor Akinfeev foi o destaque da partida, defendendo duas penalidades, sendo uma com os pés, relembrando Victor, na conquista da Libertadores pelo Atlético em 2013.

Agora, os anfitriões pegarão o vencedor de Croácia x Dinamarca, que jogam ainda neste domingo. Aos espanhois resta juntar os cacos depois de trocar de treinador às vésperas do Mundial, em função de Julen Lopetegui ter assinado contrato com o Real Madrid.

A Espanha terminou os 90 minutos com 74% de posse de bola. Na prorrogação, subiu para 75%, insuficientes para levar o time a superar o adversário, que se mostroui limitado, mas muito aguerrido.
A torcida local, obviamente em maior número, também teve participação importante. Aos gritos de “Rússia, Rússia”, apoiou o time desde o apito inicial e deixou o Estádio de Luzhniki, em Moscou, comemorando muito – a equipe não chegava às quartas de final de 1970, ainda como União Soviética.

Ainda que o gol da Espanha, aos 11min, marcado contra por Ignashevich, depois de cobrança de falta da direita de Asensio, tenha sido uma ducha de água fria, a torcida e o time não desanimaram. O zagueiro russo se atracou com Sergio Ramos na área e a bola acabou tocando em seu tornozelo e entrando.

O problema é que a Espanha se deu por satisfeita e passou a tocar a bola. Teve posse, mas não objetividade. Assim, o jogo só voltou a ter emoção aos 35min, quando a Rússia tramou bom ataque. A conclusão foi de Golovin, de dentro da área, para fora.

Quatro minutos depois Dzyuba cabeceou e a bola bateu no braço de Piqué, que estava lavantado. O árbitro marcou pênalti, convertido pelo próprio camisa 22 russo, o que fez o estádio explodir em comemorações.

A partir de então a Espanha, que não deu um chute a gol sequer em toda primeira etapa, voltou a tentar alguma coisa. Com isso, o jogo ganhou em emoção.

Vendo o time acuado no início da etapa final, buscando jogar nos contra-ataques, a torcida russa voltou a se manifestar. Mas os ibéricos continuaram melhor.

Com a entrada do atacante Cheryshev, aos 15min, o público se inflamou ainda mais.  Aos 21min foi a vez dos espanhóis aplaudirem a entrada de Iniesta no lugar de David Silva.

Mas ninguém melhorou com as mudanças e o jogo ficou bem chato. Só aos 36min, depois de escanteio, a Espanha teve chance, mas Busquets não conseguiu concluir de dentro da área.

Três minutos mais tarde Akinfeev salvou os anfitriões. Primeiro ele desviou chute certeiro no canto de Iniesta. Aspas pegou o rebote e bateu cruzado, para nova boa defesa do goleiro. Os russos só ameaçaram aos 47min, em chute de Smolov que saiu pela linha de fundo.

Prorrogação

Na prorrogação, os papéis ficaram ainda mais nítidos, com a Rússia claramente lutando para levar a decisão da vaga para os pênaltis, ainda que a torcida quisesse outra coisa e vibrasse a cada bola recuperada ou defesa de Akinfeev. Os espanhois, por sua vez, lutaram muito por um gol, mas sofreram para conseguir criar algo.

Aos 3min da etapa final do tempo extra Rodrigo fez grande jogada pela direita e bateu cruzado, para nova defesaça do camisa 1 russo. Carvajal ainda pegou o rebote, mas finalizou mal.

Os jogadores da Rússia passaram a pedir ainda mais apoio dos torcedores. E isso ocorreu, principalmente depois que o árbitro esperou para confirmar um tiro de meta quando os espanhóis queriam pênalti em Piqué. A comemoração da defesa de Akinfeev aos 15min, em chute rasteiro de Rodrigo, foi como de um gol, mostrando o quão forte os russos foram para os pênaltis.

Iniesta abriu as cobranças de penalidades convertendo. Smolov empatou para os russos. Piqué voltou a colocar os espanhóis na frente, mas Ignashevick, com categoria também, deixou tudo igual. Koke parou em Akinfeev, mas Golovin superou De Gea cobrando no meio do gol. Sergio Ramos aproveitou bem, assim como Cheryshev. Com os pés, Akinfeev pegou a cobrança de Aspas e garantiu a vaga.

FICHA TÉCNICA
ESPANHA 1 (3) X (4) 1 RÚSSIA

ESPANHA – De Gea; Nacho (Carvajal 24' do 2º tempo), Piqué, Sergio Ramos e Alba; Busquets, Koke, David Silva (Iniesta 21' do 2º tempo), Isco e Asensio (Rodrigo 13' do 1º tempo da prorrogação); Diego Costa (Aspas 34' do 2º tempo). Técnico: Fernando Hierro

RÚSSIA – Akinfeev; Mário Fernandes, Kutepov, Ignashevich e Kudryashov; Zhirkov (Granat, intervalo), Zobnin, Kuzyaev (Erokhin 6' do 1º tempo da prorrogação), Samedov (Cherychev 15' do 2º tempo) e Golovin; Dzyuba (Smolov 19' do 2º tempo). Técnico: Satanislav Cherchesov

GOLS – Ignashevich (contra) 11 e Dzyuba 41 do 1º tempo
ÁRBITRO – Bjorn Kuipers (HOL)
ASSISTENTES – Sander Van Roekel e Erwin Zeinstra (NED)
CARTÕES AMARELOS – Piqué, Kutepov e Zobnin
PÚBLICO – 78.011
LOCAL – Estádio Luzhniki, Moscou, Rússia