GIF Patrocinador

GIF Patrocinador

terça-feira, 2 de julho de 2019

SPORT - MAIS UMA BRONCA TRABALHISTA

Justiça do Trabalho determina penhora de refletores da Ilha do Retiro por dívida do Sport

No amistoso contra o CSA, o estádio não contou com os refletores (Foto: Laís Leon/DP)


Até a noite desta segunda-feira, o Leão ainda não tinha sido notificado, ao menos foi o que garantiu o diretor de futebol leonino Nelo Campos


Mais um processo judicial está sendo movido contra o Sport. Depois de ser acionado por conta de uma ação trabalhista de autoria do goleiro Magrão, o clube voltou a ser alvo de uma denúncia deste tipo, que, desta vez, põe em xeque os refletores da Ilha do Retiro. A Justiça do Trabalho publicou em seu site oficial a determinação de penhora dos objetos.

O autor do processo reivindica o pagamento de horas extra, o que supõe se tratar de um funcionário ou ex-funcionário rubro-negro. A reivindicação foi registrada no dia 25 de agosto de 2015, com sentença publicada em 06 de junho de 2017. O despacho do documento, porém, só foi feito na tarde desta segunda-feira.


Até a noite desta segunda-feira, o Leão ainda não tinha sido notificado, ao menos foi o que garantiu o diretor de futebol leonino Nelo Campos. “Eu recebi esse print, mas estamos achando que é montagem, porque ainda não nos notificaram oficialmente. Mas, repito, é o que eu acho”, declarou. A reportagem do Superesportestambém tentou entrar em contato com o presidente do Sport, Milton Bivar, mas não obteve sucesso.

No primeiro amistoso do time da Ilha contra o CSA, no último domingo, os refletores não estavam lá. Nelo Campos explicou que foram retirados para passarem por uma manutenção. “Tínhamos planejado fazer a manutenção deles durante a pausa pra Copa. Nosso jogo seria na próxima semana e estaria pronto, só q a data teve q ser antecipada”, disse.



Diario e Pernambuco

segunda-feira, 1 de julho de 2019

TUDO PRA SOLTAR O PRESIDIÁRIO

Amontoado de mesmices


Pode ser engano, mas a maioria das pessoas imagina que o STF, a cada mês, coloca em pauta uma manobra, a que chama de “julgamento”, para decidir se o ex-presidente Lula da Silva será solto, ou não. Condenado na primeira instância, Lula teve a sentença confirmada pelo TRF-4, STJ e STF, mas o caso não termina nunca.
A certeza que se tem é a de que tudo isso só irá a ponto final quando Lula for absolvido e solto. Por que não se elabora, então, lei que deixe intenções perfeitamente claras? Lei que expresse que ladrões ficarão presos, “mas se um deles tiver sido presidente da República e se chamar Lula da Silva, ficará solto?”
Outro fato que ainda não fez cair a ficha para cem por cento da chamada “classe política” (claro que existem as exceções da regra), são as manifestações de rua, pacíficas e volumosas, apoiando, sem a menor margem de dúvida, a Lava-Jato, o juiz Sérgio Moro e as ações do governo federal. É preciso que haja uma delas, também, a cada 15 dias.
Nossos homens públicos gostam de brincar de faz-de-conta. O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), gosta de falar em “Parlamento”, em medidas que pretende tomar, mas ninguém lhe dá ouvidos. Ele é alvo de deboche e de ações de descrédito, todos os dias, nas redes sociais. Ou não nota, ou a cara de pau é sem fim!
Alguém precisa informar Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre (presidente do Senado) que o Brasil não tem Parlamento. Que temos um Congresso Nacional com 513 deputados e 81 senadores. São duas Casas as que compõem o Congresso: Câmara dos Deputados e Senado. Essa história de Parlamento é fantasia, só existe em suas cabecinhas.
O regime é republicano, quem manda é o presidente da República. Foi instalado em 1889, com a queda do imperador Pedro II. O presidente Bolsonaro foi eleito prometendo acabar com o lero-lero do toma-lá-dá-cá, característica de nossa atividade política há anos sem fim. A população, não vê quem não quer, deseja punir corruptos.
Rodrigo Maia precisa saber que é de interesse da maioria da população aprovar pacote anticrime enviado ao Congresso Nacional, pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, modificando a legislação para punir bandidos. Não tem como detonar tal pacote, querendo salvar deputados e senadores bandidos, pois o país cansou.
O resto é teatrinho e conversa fiada. O STF também já cansou. Todos esperam a hora de renovação, para que se estabeleçam caminhos de seriedade e de construção de novo futuro. O palavrório de julgamentos espúrios não convence mais, sequer, os imbecis.
É preciso aprovar o pacote anticrime. Acabar com a história de condenar sujeito a mais de 20 anos de cadeia e libertá-lo por “progressão de pena”, “cesta básica”, devolvendo-o à prática dos mesmos crimes como acontece todos os dias.
Nossos homens públicos, em sua maioria, não têm noção de administração pública e exercem mandatos como se prêmios lotéricos. Vejam-se nossas Cidades: apodrecidas e se desmoronando. Brasília, por exemplo, encontra-se com suas estruturas ameaçadas. A Rodoviária Central da Capital Federal corre o risco de desabar.
As medidas no país são sempre emergenciais. Os que deveriam legislar e apontar saídas se preocupam em exercer funções que não são as suas. Como Rodrigo Maia, querendo ser “primeiro-ministro” num regime republicano.
Os homens públicos brasileiros são ridículos e despreparados por inteiro. Não leem, não estudam, nem entendem nada do mundo em que vegetam.

Por Cássio Rizzonuto

DESESPERO DA DEFESA DE LULA

Defesa de Lula pede suspeição de procurador do caso do sítio de Atibaia


Os advogados de Lula alegam que Gerum tem parentesco com o também procurador da República Diogo Castor de Mattos e com o irmão deste, Rodrigo Castor de Mattos

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu na sexta-feira (28) a suspeição do procurador da República Maurício Gotardo Gerum.
O pedido foi feito ao desembargador João Pedro Gebran Neto, relator da Lava Jato no TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), dois dias depois de o Ministério Público ter recomendado o aumento da pena do petista no processo do sítio de Atibaia (SP).
Os advogados de Lula alegam que Gerum tem parentesco com o também procurador da República Diogo Castor de Mattos e com o irmão deste, Rodrigo Castor de Mattos.
Diogo integrou a força-tarefa da Lava Jato e assina tanto as denúncias contra Lula no caso do tríplex de Guarujá (SP) quanto no do sítio de Atibaia.
Advogado criminalista, Rodrigo, de acordo com a defesa do ex-presidente, atuou no acordo de delação de João Santana e Mônica Moura em outro processo da Lava Jato.
O casal de marqueteiros figura como testemunhas na ação do sítio e, segundo afirmam os advogados de Lula, "seus depoimentos foram expressamente utilizados na sentença [..] para amparar a hipótese condenatória". Por este motivo, dizem, Gerum não poderia atuar no caso.
No pedido a Gebran Neto, a defesa do petista diz que o parentesco de Gerum com os irmãos Castor de Mattos fere artigo do Código de Processo Penal que proíbe o Ministério Público de atuar nos processos em que o juiz ou qualquer uma das partes for seu cônjuge ou parente.
Antes de pedir o impedimento de Gerum no TRF-4, os advogados solicitaram que o procurador explicasse oficialmente o seu grau de parentesco com os irmãos.
Em resposta à defesa de Lula, o procurador classificou o pedido dos defensores do petista como "descabido" e afirmou que Diogo e Rodrigo Castor de Mattos não estão na linha de parentesco de até o terceiro grau previsto no artigo citado pelos advogados.
Gerum diz que o "equívoco é sério e é difícil não o ver como uma forma acintosa de turbar a serenidade do processo penal", mas, continua, "é sempre necessário um certo olhar condescendente com a operosa defesa, que, no afã de bem representar os interesses de seu cliente, atropela ritos, desconsidera os fatos, e ignora conceitos básicos de direito".
"Totalmente descabido, portanto, o impedimento legal sugerido", afirma.
O procurador também diz que tem "ótimo conceito pessoal e profissional" sobre Diogo e Rodrigo Castor de Mattos, mas que não tem mantido relacionamento próximo com eles, "não só em função da diferença de idades mas também pelas atribulações da vida cotidiana, tendo me encontrado com ambos pela última vez, ao que me lembro, em um velório de um parente comum há mais de ano".
Procurada, a assessoria da Procuradoria Regional da República da 4ª Região afirmou nesta segunda (1º) que ainda não foi intimada sobre o pedido de suspeição.
A resposta de Gerun à defesa de Lula foi na quarta (26), no mesmo dia em que ele solicitou ao TRF-4 o aumento da pena do ex-presidente no processo do sítio.
Gerum afirma que "as provas dos autos demonstraram de forma cabal o envolvimento direto do réu na gerência do esquema bilionário tanto em favor de seu partido, como em favor de si próprio".
Lula foi condenado em fevereiro pela juíza Gabriela Hardt -então substituta de Sergio Moro- a 12 anos e 11 meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O processo chegou à segunda instância na segunda metade de maio, e ainda não há data prevista para o julgamento.


INDULTO DE TEMER

Mensaleiros beneficiados por indulto de Temer


O perdão tem origem no indulto de Temer. O decreto previa que a dispensa de cumprir penas seria estendido às pessoas que, até 25 de dezembro de 2017, tivessem cumprido um quinto da pena por crimes praticados sem grave ameaça ou violência. Na prática, isso significa que os três tiveram as penas perdoadas e não podem mais ser punidos pela participação em esquema de suborno de parlamentares com dinheiro público para aprovar projetos de interesse do governo do então presidente Lula.

por Magno Martins 

TODOS PETISTAS

Ex-ministros da Ciência lançam manifesto contra governo Bolsonaro

Aloizio MercadanteFoto: Agência Brasil/Arquivo


Esta foi a quarta vez que titulares de ministérios de gestões passadas dão as mãos, em uma onda inédita de protestos contra medidas do governo

"Vivemos hoje a maior das provações da nossa história", afirmaram dez ex-ministros da Ciência, Tecnologia e Inovação em oposição às medidas do governo de Jair Bolsonaro na área. A frase está em um manifesto assinado nesta segunda (1º) por titulares da pasta nos últimos 30 anos, a maioria deles em governos do PT.
Batizado de "A ciência brasileira em estado de alerta", o encontro aconteceu na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
"Agravam-se os cortes orçamentários drásticos que poderão levar a um retrocesso sem paralelo na história da ciência brasileira, área essencial e crítica, tanto ao desenvolvimento econômico e social quanto à soberania nacional", começa o texto de duas páginas.
Eles apontam como exemplos da "maturidade da ciência nacional alcançada nos últimos anos" as tecnologias em exploração de petróleo em águas profundas, pesquisas no setor da agricultura, a construção de um acelerador de partículas de terceira geração e a produção de aviões, entre outros.
Esta foi a quarta vez que titulares de ministérios de gestões passadas dão as mãos, em uma onda inédita de protestos contra medidas do governo Bolsonaro. Já houve iniciativas de ex-ministros do Meio Ambiente, da Educação e da Justiça.
Eles lançaram manifestos e fizeram atos públicos contra o que chamam de agenda de retrocessos em curso no país. Nas próximas semanas, iniciativas semelhantes devem ocorrer com políticos que lideraram as pastas de Cultura e de Saúde desde a redemocratização.
Entre os que assinam o manifesto estão os ex-ministros de Dilma Rousseff: Aloízio Mercadante (2011), Marco Antonio Raupp (2012 a 2014), Clélio Campolina (2014) e Celso Pansera (2015 e 2016), além de Roberto Amaral, do governo Lula (2003). O fato de serem todos homens e brancos foi pontuado por uma aluna da plateia.
José Goldemberg (Collor, 1990 a 1992), Sérgio Machado Rezende (Lula, 2003), Aldo Rebelo, Luiz Carlos Bresser-Pereira e Ronaldo Sardenberg, que também assinaram o documento, não participaram do evento.
Segundo cálculo do grupo, as universidades federais, responsáveis por 95% da produção científica brasileira, tiveram neste ano 42% do seu orçamento anual contingenciado e 6.198 bolsas bloqueadas no mestrado, doutorado e pós-doutorado.
Sem citar nominalmente o ministro atual, o astronauta Marcos Pontes, nem Bolsonaro, o documento diz que "não podemos concordar com as recorrentes manifestações, por parte das autoridades do governo, que negam evidências científicas na definição de políticas públicas".
E conclui que "não se pode permitir a criação de condições que estimulem a evasão de nossos melhores cérebros" nem "a ausência de representantes da comunidade científica em comitês e conselhos governamentais".

SPORT - BOA IMPRESSÃO

Após estreia com gol, jovem atacante Yan deixa boa primeira impressão no Sport

Atacante de 20 anos foi formado nas categorias de base do Palmeiras (Foto: Leandro de Santana/DP)


Avançado, de 20 anos, foi bastante elogiado pelo técnico Guto Ferreira após vitória por 3 a 1 sobre o CSA, em amistoso realizado na Ilha do Retiro


O primeiro amistoso contra o CSA, no último domingo, serviu para o técnico Guto Ferreira ter ainda mais conhecimento do elenco que tem em mãos no Sport. Tanto, que utilizou no segundo tempo a equipe considerada reservas, com direito a entrada de jogadores que pouco vinham atuando ou mesmo fizeram a sua estreia. Caso do atacante Yan, que marcou o segundo gol na vitória por 3 a 1 e deixou uma boa primeira impressão, de acordo com o técnico.

Jogador revelado pelo Palmeiras, clube dono dos seus direitos econômicos, o avançado de 20 anos estava disputando a segunda divisão do Campeonato Português com o Estoril. Com a abertura da janela internacional de transferências nessa segunda-feira, já está apto a assinar contrato e ficar à disposição de Guto Ferreira para o jogo do próximo dia 8, contra o São Bento, em Sorocaba, no retorno da Série B do Campeonato Brasileiro.

“O Yan teve uma estreia bastante positiva. Fez um jogo muito bom e começou muito bem. Começou ganhando o público porque fez jogadas de ousadia e grande habilidade. É um jogador que contribuiu muito não só na transição, mas no último terço do campo. É um atleta inteligente e que se encaixou de uma maneira rápida ao modelo de jogo da equipe”, elogiou Guto Ferreira.

Antes de poder fazer sua estreia em jogos oficiais pelo Sport, Yan tem nova chance de agradar os rubro-negros no segundo amistoso diante do CSA, quarta-feira, no Rei Pelé, em Maceió. É o jogo de volta da chamada “Taça dos Campeões”. Por ter vencido o primeiro amistoso por 3 a 1, os rubro-negros podem até perder por um gol de diferença que ficam com o troféu.


Diario de Pernambuco

NÁUTICO - DÚVIDA PARA O JOGO

Jefferson sente joelho, deixa treino mais cedo e pode desfalcar Náutico contra Botafogo-PB

Caso não possa atuar, quem entra na sua vaga é o goleiro Luiz Carlos (Foto: Léo Lemos/CNC )


Goleiro será reavaliado nesta terça-feira, um dia antes do confronto


O Náutico pode ter mais um desfalque para o jogo contra Botafogo-PB, nesta quarta-feira, às 19h, no estádio dos Aflitos, em jogo que fora adiado da oitava rodada da Série C do Campeonato Brasileiro. Trata-se do goleiro Jefferson, que sentiu o joelho esquerdo na queda de um salto vertical para agarrar a bola no treinamento desta segunda-feira no CT Wilson Campos.

De acordo com o DM do clube, o jogador tem um desconforto na região e será reavaliado para saber se preocupa ou não para o duelo.

Caso não possa atuar, deverá ser substituído por Luiz Carlos. Os dois, aliás, são os únicos goleiros inscritos que o Timbu tem na competição. Bruno foi negociado recentemente e o clube mira contração para a posição, mas não descarta efetivar Renan. 

Um desfalque certo para o jogo, aliás, é o volante e capitão Josa, suspenso por acúmulo de cartões amarelos.


Diario de Pernambuco

SANTA CRUZ - PREPARAÇÃO PARA O JOGO

Com retorno de Bruno Ré, Santa Cruz inicia preparação para jogo contra Ferroviário-CE

Meia anunciado no último corujão coral, Jaílson ainda não apareceu (Foto: Jota Santana/Assessoria Santa Cruz)


Lateral que iniciou preparação na última semana participou normalmente dá atividade de campo e deve ser opção para Milton Mendes


Sem tempo para lamentar a derrota, o Santa Cruz iniciou sua semana de preparação para o jogo da próxima sexta-feira, contra o líder do Grupo A da Série C, o Ferroviário. Em atividade no Centro de Treinamento Ninho das Cobras, o Tricolor contou com o retorno do lateral esquerdo Bruno Ré, que iniciou transição na última semana, após se recuperar de lesão muscular na coxa direita. 

Como é prática comum do técnico coral, o treinamento foi dividido em momentos distintos. Antes das atividades, o grupo foi chamado para um momento de conversa com o treinador. A primeira atividade foi com o preparador físico Luiz Fernando Paião, em que os atletas, divididos em três equipes trabalharam o toque de bola rápido com marcação-pressão e foco no arranque dos jogadores. 

No segundo momento, o ainda divididos em três grupos, os atletas trabalharam o jogo apoiado pelas laterais e o aproveitamento da segunda bola. Por diversas vezes, o técnico Milton Mendes parou a movimentação pedindo o aproveitamento da superioridade numérica no jogo pelos lados do campo. 

A terceira parte foi focada na transição do meio de campo para o ataque e a construção de jogadas pelas laterais. Além disso, os jogadores do setor ofensivo trabalharam as finalizações. 

Bruno Ré voltando

O destaque da movimentação foi o retorno aos treinamentos do lateral Bruno Ré. Fora do time desde o jogo contra o Confiança, no Arruda, o jogador foi liberado para a transição na última semana e já participou normalmente das atividades de campo, virando opção para o técnico coral, que tem improvisado o lateral direito Cesinha no lado esquerdo da defesa. 

Jailson

Novo contratado do Santa Cruz, o meia Jailson ainda não esteve no CT na tarde desta segunda-feira. Segundo informações da Assessoria de Imprensa do clube, o jogador deve chegar ao Recife, na terça-feira.


Diario de Pernambuco

SPORT - SATISFEITO COM O QUE TEM

Guto se mostra satisfeito com elenco do Sport e pondera: 'trazer quem realmente acrescente'

Treinador falou em 'momento' para mostrar tranquilidade nas contratações (Foto: Anderson Stevens/Sport)


Treinador rubro-negro acredita que, no momento, não é preciso trazer novos atletas para a sequência da Série B do Campeonato Brasileiro


A quinta colocação na Série B do Campeonato Brasileiro, ficando fora do G4 apenas por conta do saldo de gols, e a vitória por 3 a 1 contra o CSA-AL no primeiro dos dois amistosos da Taça dos Campeões, parece ter deixado o técnico Guto Ferreira satisfeito com suas peças no Sport. Ao ponto de afirmar que, para o momento, não ver a necessidade de novas contratações.

“Para o momento sim. Se é que você está entendendo minha colocação… Por que na medida em que você coloca três pontos em sequência, outras respostas virão. E precisamos o tempo todo obtendo essas respostas”, disse, após o amistoso contra os alagoanos.

Muito mais do que apenas contratar novos jogadores, Guto deixou claro que é preciso trazer ‘o caro’, e não apenas mais um para somar no elenco.

“Agora, muitas vezes existe a preocupação de ‘contrata fulano’, ‘contrata mais um’... Se não for ‘a peça’, não adianta. Será apenas mais um, que pode mais atrapalhar do que ajudar. Você tem que trazer quem realmente acrescente. Às vezes, é o momento de cada um. Se está em baixa, é trabalhar para retomar. E se está em alta, é para se manter e melhorar ainda mais”, explicou.

As mais recentes contratações do Leão para a Segunda Divisão foram o zagueiro Éder Ferreira, o meia Pedro Carmona e o atacante Yan. Desses, o defensor já atuou como titular e o atacante já balançou as redes. Apenas Carmona ainda segue com poucas oportunidades. Tanto que no amistoso diante do CSA sequer entrou em campo, mesmo com o Sport realizando 10 substituições. 


Diario de Pernambuco

MARCOS DI BRIA O VEREADOR DO POVO

FESTEJOS JUNINOS EM SANTO AMARO

               Marcos e Junior Di Bria Foto Humberto Leão

O bairro de Santo Amaro teve festa junina de primeira qualidade este ano, o vereador Marcos Di Bria ao lado de Junior de Bria promoveram na véspera e no dia de São Pedro na Arena Santo Amaro no largo das Viúvas o melhor,mais animado e mais tranquilo festejo junino do Recife com o total apoio do deputado federal João Campos.
A comunidade do bairro de Santo Amaro prestigiou e se divertiu a valer com as bandas que lá se apresentaram, no dia (29) subiram ao palco as bandas Rabo de Saia, Cia do Calypso e a banda A Favorita, no dia (30) se apresentaram Capim com Mel, Chacal, Taynara Andreza e a banda Pistolão.
Mais uma vez de parabéns o vereador Marcos Di Bria pelo brilhantismo da festa e o povão de Santo Amaro pelo comparecimento em massa e a tranquilidade como se divertiram ao lado de seus familiares.

SPORT - SEM RECEBER POR SEIS MESES

Vaiado pela torcida do Sport, zagueiro Ronaldo Alves desabafa: 'Seis meses sem receber'

Em três temporadas pelo Sport, Ronaldo Alves disputou 110 partidas (Foto: Ricardo Fernandes/DP)


Defensor, atualmente no CSA, entrou no segundo tempo do amistoso contra o Leão e foi bastante xingado pelos torcedores na Ilha


O amistoso contra o CSA marcou o reencontro da torcida do Sport com um velho conhecido. Atualmente no clube alagoano, o zagueiro Ronaldo Alves foi acionado no segundo tempo da partida e foi bastante vaiado por parte da torcida rubro-negra presente à Ilha do Retiro. Após o jogo, o defensor não negou a chateação com a situação e revelou ter ficado seis meses sem receber salários no Leão no ano passado. Ao todo, em três temporadas, Ronaldo Alves disputou 110 partidas pelo Sport, com seis gols marcados.

"Para você ver o carinho que eles têm com um profissional que passou seis meses sem receber um real e mesmo assim continuou trabalhando todo dia com muita dignidade. Nunca cheguei atrasado, nem tive problema de indisciplina dentro do clube. Acho que merecia pelo menos um respeito maior do torcedor. Uma consideração que eles não tiveram por tudo o que aconteceu e todo mundo já sabe", afirmou o defensor, em entrevista à Rádio Jornal. 

Mesmo assim, o zagueiro que no futebol pernambucano também tem uma passagem de quatro temporadas pelo Náutico afirmou que está na torcida para que o Sport possa conseguir retornar à Série A do Campeonato Brasileiro.

"De forma algumas isso mexe comigo. Até porque tenho um carinho muito grande pelo clube e a maioria da torcida sempre me incentivou. Desejo que o clube volte à Série A. Vou estar na torcida. Torço pelos times pernambucanos, para que eles se fortaleçam e para que eles voltem a jogar uma Série A novamente", finalizou.

Outra bronca

Quem também deixou o amistoso sem esconder sua irritação foi o atacante Élton. Apesar da vitória do Sport por 3 a 1, o avançado deixou o campo sem balançar as redes e reclamando dos companheiros de equipe.

"Temos que tocar mais a bola. Infelizmente a individualidade as vezes pesa. Temos que trabalhar e conversar mais para tocar para quem está melhor colocado. É a lição que temos que tomar desse jogo", disparou também em entrevista à Rádio Jornal.

Questionado sobre o posicionamento do seu atacante, o técnico Guto Ferreira não quis entrar em polêmica na entrevista coletiva. "Quanto a situação do Élton a gente vai conversar, com certeza. É uma questão de ajuste e vamos analisar o que está acontecendo. Ele como finalizador tem que receber bolas", explicou.


Diario de Pernambuco

NÁUTICO - MUDANÇAS NO TIME

Contra Botafogo-PB, Náutico perde Josa, suspenso, mas pode ter estreia de atacante

Volante Josa esteve presente em sete das nove partidas disputadas pelo Náutico na Série C (Foto: Léo Lemos/Náutico)


Volante alvirrubro recebeu o terceiro cartão amarelo contra o ABC, enquanto o recém-contratado Álvaro espera apenas a regularização


Após o empate com gosto de derrota do último sábado contra o ABC por 1 a 1, o elenco do Náutico já se reapresentou na manhã deste domingo para iniciar os trabalhos visando o compromisso da próxima quarta-feira, contra o Botafogo-PB, novamente nos Aflitos, em jogo da 8ª rodada que foi adiado duas vezes por conta das chuvas. E para a partida, o técnico Gilmar Dal Pozzo vai ser obrigado a mais uma vez mexer na equipe.

Isso porque o volante e capitão Josa recebeu o terceiro cartão amarelo contra o ABC e está suspenso. O experiente jogador, de 34 anos, esteve presente em sete dos nove jogos realizados pelo Timbu até agora na Série C. Com isso, a tendência é que o paraguaio Jimenez volte a ganhar uma oportunidade na equipe. 

O volante esteve em campo pela última vez ao ser acionado no segundo tempo da vitória por 2 a 0 sobre o Sampaio Corrêa, em São Luís. Já como titular, sua última aparição foi no empate por 1 a 1 com o Confiança, em Aracaju. Curiosamente, caso seja escalado, essa será a primeira vez que Jimenez atuará nos Aflitos sob o comando de Dal Pozzo.

Por sinal, possivelmente o treinador também ganhará mais uma opção no ataque para o duelo frente o Botafogo-PB. Isso porque o atacante Álvaro vem treinando normalmente e aguarda apenas a sua regularização para ficar à disposição. O jogador, de 21 anos, estava no Guarani e disputou sua última partida no dia 25 de março, pelo Campeonato Paulista.


Diario de Pernambuco

ANIVERSÁRIO DO PLANO REAL

Responsável por segurar inflação, Plano Real completa 25 anos nesta segunda

Seis planos emergenciais anteriores fracassaram na tentativa de estabilizar a economia


Os brasileiros com mais de 40 anos têm fácil memória das estratégias das famílias para mitigar os efeitos da hiperinflação sobre a renda nos anos 1980 e 1990. “Era uma ginástica danada. Tinha que ir atrás de promoções e nem sempre eram suficientes”, conta Rute Maria de Souza, dona de um restaurante self-service há quase 30 anos na zona central de Brasília.
Tendo que repor constantemente a dispensa da cozinha do estabelecimento, a empresária ia mais de uma vez ao dia em supermercados e sempre via a mesma cena: “Eu me lembro das remarcações no mercado. Quando chegava, lá estava a maquininha trabalhando”.
Para fugir das intermináveis remarcações, a então professora de ensino fundamental Cléia Gerin, mãe de quatro filhos, estocava alimentos, material de limpeza e sabão para lavar roupa. “O feijão ficava velho, e assim era mais difícil de cozinhar. Acabava que gastava mais gás”, comenta, ao citar a necessidade de sempre comprar mais do que efetivamente precisava no mês para fugir da imparável subida de preços.
“A partir do momento em que recebia, era aquela loucura de ir ao mercado para comprar o máximo que pudesse, para durar o mês todo, e para não ter que voltar porque no dia seguinte o preço seria diferente”, descreve ao recordar os tempos de inflação galopante.
Apesar das dificuldades, Cléia era professora da rede pública do Distrito Federal e tinha a segurança do pagamento todo mês. Em alguns momentos, era acrescido em sua remuneração um “gatilho” para repor as perdas inflacionárias.
Essa hipótese não existia para todos os brasileiros, como João Batista, engraxate há 45 anos em um ponto no Setor Comercial Sul de Brasília. Ele não podia majorar o preço do serviço quando precisava atualizar sua remuneração. “Só podia aumentar quando a passagem [do ônibus] aumentava”, revelando um incidental indexador da renda para trabalhadores autônomos.
A vida de João Batista foi positivamente marcada pela estabilidade monetária após o Plano Real. “Eu não tinha nada. Hoje, graças a Deus e de tanto eu trabalhar, consegui minha casa, consegui formar meus filhos”, orgulha-se.
Comunicação e convencimento
Pessoas como a pequena empresária Rute, a assalariada Cléia e o autônomo João tiveram ser convencidas que a moeda que entrou em circulação em 1º de julho de 1994, o real, não era mais uma tentativa fadada ao fracasso para estabilizar a economia, como ocorreu em seis planos emergenciais anteriores: Cruzado 1 (fevereiro de 1986); Cruzado 2 (novembro de 1986); Bresser (junho de 1987); Verão (janeiro de 1989); Collor 1 (março de 1990) e Collor 2 (janeiro de 1991).
A comunicação foi um ponto chave para que o Plano Real, implementado em etapas, fosse assimilado e tivesse engajamento. “Sem muita explicação, verbo, liderança e apoio da mídia não se consegue o principal, que é convencer, ou seja, vencer junto tanto com as cúpulas político-tecnocráticas como, principalmente, junto com o povo”, assinala o presidente Fernando Henrique Cardoso, em nota à imprensa sobre os 25 anos da iniciativa.
O jornalista Thomas Traumann, autor do livro O Pior Emprego do Mundo, que narra a trajetória de 14 ministros da Fazenda desde 1967, também aponta para o cuidado com a disseminação das medidas econômicas no lançamento do real.
Segundo Traumann, o Plano Real contou com “apoio didático preponderante da mídia”. “Os telejornais foram favoráveis ao plano desde o seu dia zero”, destaca. A informação sem sustos evitou comportamentos que em outros planos criam corrida a bancos, supermercados e postos de combustível. “Não houve surpresa. Isso foi fundamental”, acrescenta.
A transparência é elogiada até pelo ex-ministro da Fazenda Delfim Netto, crítico de alguns resultados da medida. “O Plano Real foi uma pequena joia que fará a glória dos competentes economistas que o conceberam. Mostrou que mesmo projetos complexos, quando expostos na sua integridade (começo, meio e fim), podem ser compreendidos e contar com suporte da sociedade”, escreveu à Agência Brasil. Ele admitiu que quando viu “o povo comprando berinjela em URV”, Unidade Real de Valor, ficou “na maior alegria” e viu “que o controle da inflação seria bem-sucedido”.
Ajuste fiscal e troca da moeda
De acordo com o site do Banco Central, o plano desenvolveu-se em três fases a partir do segundo semestre de 1993. Antes de a moeda entrar em circulação, houve um “esforço de ajuste fiscal, com destaque para a criação do Fundo Social de Emergência (FSE), concebido para aumentar a arrecadação tributária e a flexibilidade da gestão orçamentária em 1994 e 1995”.
O FSE desvinculou despesas e receitas orçamentárias. “De social, [o FSE] não tinha nada, mas foi a primeira vez em que se fez um ajuste nas entranhas das contas do governo”, aponta Thomas Traumann. Segundo ele, ali começou a haver uma preocupação sobre os limites até onde poderia ir o déficit público.
O economista José Ronaldo Souza Júnior, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), assinala que a inflação produzia desequilíbrios nas contas públicas e dificultava a percepção do rombo. “Nem sequer tínhamos uma contabilidade pública na época. A clareza a respeito era muito pouco. Com inflação muitíssimo elevada e o déficit sendo coberto com emissão de moeda, havia uma nuvem que dificultava enxergar o problema”, disse.
Além do FSE, Souza Júnior pondera que “uma série de medidas foram tomadas com o objetivo de organizar o setor público porque se sabia que haveria uma redução de arrecadação do que se chama imposto inflacionário [quando a arrecadação sobe mais por causa do aumento de preços]”.
A gestão fiscal exigiu limitação da emissão de moeda e beneficiou-se da compra de títulos da dívida externa no mercado financeiro internacional antes do lançamento do plano. Mais adiante, o ajuste levou à renegociação das dívidas dos estados com a União e à imposição de controles das contas pelos entes federativos.
“Compreendemos que a ‘mágica’ de cortar zeros, mudar o nome da moeda ou mesmo da URV precisava de apoio em um processo de controle dos gastos públicos, renegociação das dívidas externas, privatização de bancos estaduais, enfim de uma reforma do estado. Lembre-se que a Lei de Responsabilidade Fiscal só foi aprovada em 2000 e as privatizações tomaram anos (vide telefônicas) para que seus efeitos positivos fossem sentidos”, descreve em nota o presidente e ex-ministro da Fazenda FHC.
A segunda etapa, iniciada com Medida Provisória nº 434, assinada pelo então presidente Itamar Franco em 27 de fevereiro de 1994, estabeleceu a utilização de uma moeda escritural, a citada Unidade Real de Valor (URV), que serviu como uma ponte para conversão monetária entre o cruzeiro que deixaria de existir para o real que entraria em circulação quatro meses depois.
Na última fase, iniciada há exatos 25 anos, finalmente se introduziu o real. O novo padrão monetário “implicou a necessidade de rápida e abrangente disponibilização do novo meio circulante a partir de 1º. julho de 1994”, registra página eletrônica do BC.

Diario do Poder 

RETOMAR CONTROLE DO MERCADO

Odebrecht quer mostrar que ainda está no controle

Instituto quer certificar empreiteiras; com entidade, Odebrecht tenta reaver controle do setor

Render-se? Jamais Lançado sob a face pública de organizações que militam pela transparência, o recém-criado Instituto de Integridade de Autorregulação do Setor de Infraestrutura abriga pretensão da Odebrecht de retomar o controle deste mercado, amparada por outras empreiteiras de médio e grande porte. Em reuniões que precederam a fundação da entidade, a empresa apresentou o projeto a parceiros, escolheu dirigentes e antecipou que almeja criar selo que seja pré-requisito para a contratação de obras.
A Odebrecht apostou na montagem de um instituto depois que seu plano inicial, a criação de uma plataforma de monitoramento de concorrências públicas, a Observe, foi descartado pela cúpula da empresa.
Com a guinada, veio a decisão de apostar na autorregulação. A empreiteira, então, convocou ainda no primeiro trimestre reunião com CEOs de empresas do setor e apresentou a proposta de criação do instituto.
As organizações que são a face pública da nova entidade são Instituto Ethos, FGVethics e a IFC. O general da reserva Sérgio Etchegoyen foi apresentado como escolhido para presidi-la. O desafio é abrir diálogo com o governo Bolsonaro.
Advogados e especialistas consultados por empreiteiras acionadas pela Odebrecht fizeram reparos à investida. Apontam que o setor ainda não está maduro para autorregulação e que a ideia de um selo pode ser facilmente conectada à restrição de competitividade.
Procurada, a assessoria da Odebrecht encaminhou material que registra a adesão da empreiteira ao novo instituto no dia 16 de maio e não comentou os relatos de que patrocinou a ideia desde antes do lançamento formal.
A assessoria do Instituto Ethos recebeu perguntas do Painel por email, mas argumentou que não teria tempo hábil de respondê-las pela necessidade de consultar as outras organizações que estão à frente da nova entidade.

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo