Brasil tem mais uma punição nos EUA por importar produtos de trabalho forçado
São 60 países na lista de prática "irracional" da concorrência desleal para as empresas e trabalhadores americanos
Mais uma investigação do governo dos Estados Unidos resultou em punições adicionais ao Brasil e outros 59 países, por meio de aumento de tarifas, por falharam em proibir e fiscalizar importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. As tarifas adicionais serão de 12,5% sobre todos os produtos desses países.
Tanto quanto no caso da punição ao Brasil por “práticas abusivas” ou “irrazoáveis”, a decisão é aplicada pelo Escritório de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês), espécie de minist´rio do comercio, e se baseia na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, após investigação iniciada em março.
A prática desses países é “irracional” e restringe o comércio dos EUA ao criar uma concorrência desleal para as empresas e trabalhadores americanos.
- África do Sul
- Argélia
- Angola
- Argentina
- Austrália
- Bahamas
- Bahrein
- Bangladesh
- Brasil
- Camboja
- Canadá
- Catar
- Cazaquistão
- Chile
- China
- Colômbia
- Coreia do Sul
- Costa Rica
- Egito
- El Salvador
- Emirados Árabes Unidos
- Equador
- Filipinas
- Guatemala
- Guiana
- Honduras
- Hong Kong (Região Administrativa Especial da China)
- Índia
- Indonésia
- Iraque
- Israel
- Japão
- Jordânia
- Kuwait
- Líbia
- Malásia
- Marrocos
- México
- Nicarágua
- Nigéria
- Noruega
- Nova Zelândia
- Omã
- Paquistão
- Peru
- Reino Unido
- República Dominicana
- Rússia
- Arábia Saudita
- Singapura
- Sri Lanka
- Suíça
- Taiwan
- Tailândia
- Trinidad e Tobago
- Turquia
- União Europeia
- Uruguai
- Venezuela
- Vietnã

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