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quinta-feira, 2 de abril de 2020

EFEITO CORONAVÍRUS

Presidente da FPF revela que CBF trabalha com até três cenários para retorno do futebol

De acordo com Evandro Carvalho, dirigentes da CBF se reúnem diariamente para traças possibilidades (Foto: Créditos: Lucas Figueiredo/CBF)


Segundo Evandro Carvalho, possibilidades vão desde o Brasileiro se encerrar no final de dezembro, em janeiro de 2021 ou até mudança de regulamento


Com alguns clubes antecipando as férias dos seus elencos a partir desta quarta-feira, já se sabe que é praticamente nula a chance do futebol brasileiro voltar às atividades neste mês. Além disso, com alguns especialistas apontando que o pico do surto do novo coronavírus no Brasil deve ocorrer entre o final de abril e início de maio, o cenário fica ainda mais incerto. Diante das interrogações, a CBF trabalha inicialmente com três possibilidades para uma possível retomada do calendário de competições. Do mais otimista ao mais pessimista, segundo o presidente da Federação Pernambucana de Futebol, Evandro Carvalho.

O dirigente pernambucano garantiu estar em contato “diariamente” com a CBF sobre o assunto. Segundo Evandro, as alternativas estudadas nesse momento vão desde o Campeonato Brasileiro ser encerrado no final de dezembro, com os jogos sendo disputados em ritmo acelerado (com até três rodadas em uma semana), avançar para 2021, sendo concluído em janeiro, ou mesmo haver uma mudança na fórmula de disputa. Essa, vista pelos cartolas, como a pior opção possível.

“Todo dia nós temos reuniões. São três cenários básicos. Se for reiniciado em um espaço de curto a médio prazo, com jogos realizados terça, quinta e domingo, dá para terminar direto. Se demorar de médio a longo prazo, temos que trabalhar com a hipótese de estender e ir até o próximo ano, entrando para janeiro. Na primeira hipótese, aumenta-se o número de datas e ganha o mês de dezembro, até o final do mês. No segundo cenário, começando muito tarde, mesmo jogando três vezes por semana, não se consegue terminar esse ano e adentra para 2021”, explicou Evandro.

“Há ainda um terceiro cenário, que é o pior para os clubes, para a televisão e para a CBF. Seria começar tão tarde que mesmo entrando em dezembro e janeiro não daria para terminar. Com isso, seria preciso reduzir o número de rodadas. Essa hipótese é a que menos interessa a todos”, completou. “O que a gente está fazendo nesse momento é criar cenários. Tudo depende de quando vamos reiniciar. Se for em maio, ótimo. Se for em agosto paciência. E se for para setembro, aí realmente complica.”

No entanto, mesmo diante de tantas incertezas e um calendário já comprometido, o presidente da Federação Pernambucana voltou a enfatizar que os estaduais serão concluídos “de todo jeito”. Isso porque o dirigente alega que tratam-se de competições classificatórias. 

“Os estaduais precisam terminar. Se um clube não tiver cumprido o estadual, tecnicamente e estatutariamente ele está impedido de jogar qualquer competição nacional. O Sport, por exemplo, não poderia jogar a Série A se não jogar o estadual. Além disso, o estadual garante vagas na Copa do Brasil e na Série D. Não podemos perder essas vagas”, concluiu Evandro. 

DP

quarta-feira, 1 de abril de 2020

ESSA ALMA QUER REZA

Doria elogia Bolsonaro e pede que ele não ceda a gabinete do ódio




Doria elogiou o discurso feito em rede nacional pelo presidente na noite de terça-feira (31), tido como mais cometido

Doria elogia discurso de Bolsonaro e pede que presidente não ceda a gabinete do ódio
Após semanas de rusgas com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre a necessidade de manter o fechamento de comércios para frear o avanço do novo coronavírus, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), ensaiou uma reaproximação ao governo federal na manhã desta quarta-feira (1º), mas pediu coerência.

Doria elogiou o discurso feito em rede nacional pelo presidente na noite de terça-feira (31), tido como mais cometido.

"Eu, ontem, como cidadão, como brasileiro e como governador, fiquei feliz de assistir um presidente da República mais moderado e com bom senso, colocando uma mensagem equilibrada à população brasileira", afirmou em entrevista à imprensa no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.


E emendou na sequência: "Mas amanheci preocupado, vendo o mesmo presidente da República numa postagem agredindo os governadores. Em qual presidente da República nós devemos confiar? Aquele que ontem fez uma mensagem ponderada no seu pronunciamento, ou no que menos de 12 hora depois faz uma agressão em postagem aos governadores. É preciso coerência, presidente."

Na manhã desta quarta, Bolsonaro publicou um vídeo que diz que há desabastecimento no Ceasa de Belo Horizonte (já desmentido pela instituição) e escreveu três frases: "Não é um desentendimento entre o Presidente e ALGUNS governadores e ALGUNS prefeitos..", diz o presidente. "São fatos e realidades que devem ser mostradas", prossegue. "Depois da destruição não interessa mostrar culpados", conclui o presidente.

Horas depois, Doria pediu que Bolsonaro "não caia na tentação de seguir a orientação daqueles que do seu gabinete do ódio propõem o confronto, o combate, a briga, a dissidência com governadores, com parlamentares, com o judiciário, com jornalistas, com meios de comunicação, ou contra qualquer outro que se oponha ou que formule críticas ao senhor", disse.

"Por enquanto prefiro levar em consideração sua manifestação de ontem e desconsiderar sua manifestação de hoje pela manhã", concluiu Doria.

O governador afirmou que não há desabastecimento no estado, nem perspectiva, e que os mercados e Ceagesp (entreposto comercial) têm funcionado normalmente.

O fechamento do comércio decretado pelo governador vale, inicialmente, até 7 de abril.

Doria afirmou que ainda não sabe se haverá prorrogação, e que essa medida só será anunciada na véspera, em 6 de abril.


Folhapress

AJUDANDO AO POVO BRASILEIRO

Bolsonaro anuncia que vai sancionar auxílio de R$ 600 para aliviar impacto do coronavírus

Presidente Jair BolsonaroFoto: Isac Nóbrega/PR


A intenção da ajuda é amenizar o impacto da crise do coronavírus sobre a situação financeira da população que perdeu ou teve sua renda reduzida

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou que sanciona nesta quarta-feira (1º) o projeto que garante auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais e de R$ 1.200 para mães responsáveis pelo sustento da família. A intenção da ajuda é amenizar o impacto da crise do coronavírus sobre a situação financeira da população que perdeu ou teve sua renda reduzida.

O auxílio foi apelidado de "coronavoucher" e será pago em três prestações mensais, conforme texto votado no Senado. O projeto foi aprovado por unanimidade na segunda-feira (30) pelos senadores, com 79 votos a favor. A proposta havia sido aprovada na última quinta-feira (26) em votação simbólica e remota na Câmara.

Inicialmente, a equipe econômica queria conceder R$ 200 aos informais. Pouco depois, admitiu elevar o valor a R$ 300. O presidente Bolsonaro decidiu anunciar o aumento no valor do auxílio que o governo pretende dar a trabalhadores informais para R$ 600 para tentar esvaziar o discurso da oposição no Congresso e retomar protagonismo sobre a medida.


O impacto do auxílio de R$ 600 deve ficar em R$ 44 bilhões durante o período em que a medida vigorar, segundo integrantes da equipe econômica. Ainda não foi definido o cronograma para pagamento do auxílio emergencial, mas o calendário terá os mesmos moldes do utilizado para o saque-imediato do FGTS, de acordo com o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães.

Clientes da Caixa deverão receber os depósitos diretamente nas suas contas bancárias, também como ocorreu no saque-imediato. Correntistas e poupadores de outros bancos poderão optar por transferir os valores para suas contas sem a cobrança da transferência, segundo Guimarães.



Folhapress

GOVERNO COM SERIEDADE

Bolsonaro diz que governo vai gastar R$ 92 bi para manutenção de empregos formais

Jair Bolsonaro e Paulo GuedesFoto: Flickr/ Palacio do Planalto


Bolsonaro também anunciou uma medida provisória que vai repassar R$ 16 bilhões a estados e municípios

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou nesta quarta-feira (1) que editará até quinta (2) duas medidas provisórias para manutenção de empregos diante da crise do coronavírus, num total de R$ 92 bilhões de gastos. Uma das MPs (medida provisória), de R$ 58 bilhões, vai trazer a possibilidade de as empresas reduzirem a carga horária e o salário dos trabalhadores durante três meses. Neste período, o governo irá arcar com o valor reduzido.

"[As empresas] podem reduzir jornada de trabalho, 20%, 25%, 30%, que o governo cobre a diferença", disse o ministro Paulo Guedes (Economia). "Nós estamos pagando as empresas para manterem os empregos, que foi a promessa do presidente, lutar pela preservação dos empregos", afirmou o ministro. Outros R$ 34 bilhões serão gastos com crédito para pagamento do restante da folha de pagamento. Outros R$ 6 bilhões virão do sistema bancário.


"A empresa que mantiver emprego, nós não só complementamos o salário como damos um credito para a folha de pagamento", explicou o ministro. "Tanto o programa trabalhista de complementação salarial como o programa de crédito para financiamento da folha estão sendo assegurados." Bolsonaro também anunciou uma terceira medida provisória que vai repassar R$ 16 bilhões a estados e municípios. "É um socorro emergencial que está previsto", disse o presidente em pronunciamento.

Além disso, ele anunciou que sancionaria o projeto que garante auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais e de R$ 1.200 para mães responsáveis pelo sustento da família. A intenção da ajuda é amenizar o impacto da crise do coronavírus sobre a situação financeira da população que perdeu ou teve sua renda reduzida.

O texto foi aprovado pelo Senado na segunda-feira (30), mas ainda não foi sancionado. Além disso, segundo o governo informou no início da semana, a liberação dos recursos depende ainda da aprovação de um crédito extraordinário e da edição de um decreto para regulamentar a medida.

Se não houver vetos, tem direito ao benefício cidadãos maiores de 18 anos que não têm emprego formal; não recebem benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, exceto o Bolsa Família; têm renda mensal per capita de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135); não tenham recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.

O "coronavauhcer", como o benefício foi apelidado, também vale para quem exerce atividade na condição de microempreendedor individual (MEI), contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social e para o trabalhador informal, de qualquer natureza, inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) ou que cumpra o requisito de renda até 20 de março de 2020.
O recebimento do auxílio emergencial está limitado a dois membros da mesma família. O auxílio substituirá o benefício do Bolsa Família nas situações em que for mais vantajoso.

"Separamos R$ 98 bilhões para atingir 54 milhões de brasileiros, para que tenham recursos nos próximos três meses para enfrentar esta primeira onda", disse Guedes nesta quarta. Segundo Guedes, o governo está gastando com toda a crise do coronavírus, um total de R$ 200 bilhões, o que representa 2,6% do PIB (Produto Interno Bruto).

SPORT - DEIXANDO A ILHA DO RETIRO

Após 15 meses e oito jogos, Luan deixa o Sport

Experiente atacante sofreu com problema no tendão de aquiles (Foto: Anderson Stevens/ Sport Recife)


Campeão estadual, jogador também teve passagem marcada por contusão


Sem jogar há quase um ano ponta de sucessivos problemas clínicos, Luan está de saída do Sport. Renovado automaticamente para este 2020 por ainda estar se recuperando de uma cirurgia no tendão de aquiles, o vínculo acabou na última terça-feira. A informação foi confirmada junto ao executivo de futebol, Lucas Drubscky. Via redes sociais, o jogador comunicou a saída em despedida ao clube. Com a camisa rubro-negra, foram apenas oito partidas e três gols marcados.

“Quero agradecer em vestir essa camisa gigante e também aos meus companheiros. Infelizmente já não faço mais parte do clube, nem sempre é do jeito que queremos e pensamos. Mas ficam marcadas as pessoas realmente de bem que estão nesse grupo”, iniciou Luan em publicação no Instagram.

“Obrigado aos roupeiros, as tias da cozinha, os amigos que cortam as gramas, os fisioterapeutas, os preparadores físicos, os que fazem as limpezas e a todos os jogadores. Deus abençoe vocês, Sport e essa torcida apaixonada que é fora do normal”, concluiu.

Luan chegou ao Sport no início do ano passado e virou titular do time no campeonato pernambucano, sendo peça importante no título estadual. No entanto, a finalíssima contra o Náutico, na Ilha do Retiro, no dia 21 de abril, foi a oitava e última partida do atacante pelo Leão. Ali, sofreu uma lesão no tendão de aquiles, onde o clube, inicialmente, tentou um tratamento conservador, mas em seguida foi preciso a realização de uma cirurgia, que ocorreu em setembro - na ocasião, fez também um procedimento cirúrgico no ombro.

O vínculo de Luan com o Sport iria até o fim do ano passado, mas por ainda estar em tratamento foi renovado automaticamente até março deste ano. Em recuperação, o atacante voltou a sentir dores e foi liberado pelo Sport para se consultar com seu médico particular em São Paulo, onde foi constatada a necessidade de uma nova cirurgia para retirada de uma âncora, feita em fevereiro. 


DP

NÁUTICO - DETALHANDO NEGOCIAÇÃO

Edno Melo detalha abatimento de valores relacionados à venda de Thiago para Flamengo

Negócio pelo atacante Thiago é a maior venda da história do Náutico (Foto: Tarciso Augusto/Esp. DP Foto)


Segundo o presidente do Náutico, além de pendências pela transferência do meia Vinícius Pacheco, também foram destinados valores para pagar dívidas


Em balanço divulgado nesta quarta-feira, o Flamengo detalhou suas finanças no ano de 2019, incluindo neste documento os valores da compra do atacante Thiago por poucos mais de R$ 4,9 milhões, valor abaixo dos R$ 7 milhões que foram especulados na época do fechamento do negócio. Procurado pela reportagem do Diario de Pernambuco, o presidente do Náutico, Edno Melo, revelou quais as circunstâncias que influenciaram para a diminuição do valor recebido pelo Alvirrubro. 

De acordo com o mandatário, o negócio foi feito em Euro e devido a desvalorização do real em relação da moeda da comunidade européia, o valor acabou sendo achatado. Além disso, parte do valor também foi destinado para pagar dívidas. A primeira foi o abatimento de débito que o Náutico possuía com o clube carioca pelo meia Vinicius Pacheco, que passou pelo clube pernambucano em 2013. A segunda questão que foi resolvida foi o pagamento de causa à Agência 90 minutos, que representava o meia Daniel “Chuck” González, que atuou pelo Timbu em 2019. O mandatário Timbu não entrou em detalhes sobre o valor de cada dívida.

“Não foi só por isso (débito por Vinícius Pacheco). Na época que vendemos Thiago, o Euro era mais barato que agora, quase um real mais barato. Além disso, parte do valor foi destinado para o pagamento de uma causa com a Agência 90 minutos (que agenciava o meia Daniel “Chuck” González”, explicou.

Mesmo com a redução do valor, a transação segue sendo a maior da história do Náutico, pois supera os R$ 4,5 milhões pagos pelo Granada-ESP para a contratação do lateral Douglas Santos. Thiago foi a terceira venda milionária do Náutico na temporada 2019, sendo todos oriundas da sua base. Antes dele, houveram as saídas do volante Luiz Henrique, para o Moreirense, de Portugal, por R$ 1.024.284, e do atacante Robinho, para o Bragantino, por R$ 1 mi. O presidente ainda informa que o clube ainda detém 20% dos direitos econômicos do atacante Thiago.

Thiago teve uma ascensão meteórica no Náutico durante a temporada 2019. Em dezembro de 2018, entrou para a história do clube ao marcar o gol no retorno aos Aflitos, na vitória por 1 a 0 sobre o Newell’s Old Boys. Seguiu como aposta para o início do ano e rapidamente ganhou a vaga de titular no time, sendo o principal destaque do Timbu na temporada, sendo peça fundamental no primeiro título nacional da história alvirrubra, a Série C. No total, realizou 36 partidas e marcou oito gols.


DP

SPORT - EFEITO CORONAVÍRUS

Com dominó, baralho e exercícios, Marquinhos trabalha enquanto aguarda volta do Sport

'Fiquei com medo pelos problemas nos aeroportos e preferi ficar aqui com a família, em casa', explicou Marquinhos (Foto: Anderson Stevens/Sport)


Atacante do Leão da Ilha permaneceu na capital pernambucana com a família, que tem nos jogos o principal passatempo do período de quarentena


Já se vão pouco mais de duas semanas desde a última vez em que o Sport entrou em campo, na partida contra o Ceará pela Copa do Nordeste. E com os jogos paralisados, em decorrência da pandemia da Covid-19, a principal preocupação do departamento de fisiologia do clube - e certamente de todos os demais do país -, é justamente em manter o preparo físico dos atletas, ou ao menos garantir uma perda mínima da condição ideal. Mas não só a saúde do corpo gera preocupação. A mente também requer cuidados necessários, tão ou até mais em alguns casos, e os jogadores não estão alheios a isso.

Fato que levou a Organização Mundial de Saúde - OMS a emitir uma série de recomendações para as pessoas, em meio ao confinamento adotado por diversos países como medida principal para evitar a expansão da doença. Entre as indicações na rotina familiar, manter ou criar atividades lúdicas e pedagógicas com crianças, como jogos e brincadeiras, pode ser uma medida na busca pelo aproveitamento do tempo.

É o caso do atacante Marquinhos, do Sport, que optou por neste período de intervalo permanecer no Recife em família com a esposa e o filho, a mãe e os dois irmãos mais novos. Entre as atividades de todos na casa, mesmo com os videogames e a massiva difusão de equipamentos eletrônicos, as principais são o dominó e o baralho. "Lá em Belém nós jogamos muito dominó e baralho e é o nosso maior passatempo aqui", revela o atacante, antes de destacar uma modalidades de aposta que acirra a disputa. "Quem perde toma água, até para fazer uma competição, porque aqui ninguém gosta de perder."

A opção de Marquinhos em permanecer no Recife veio de uma preocupação que se tornou uma das principais desde o confinamento ser recomendado: evitar exposição em viagens. Na volta de Fortaleza para o Recife, já com a Covid-19 apresentando os primeiros números no país, a delegação do Sport chegou a ter o vôo cancelado. "Fiquei com medo pelos problemas nos aeroportos e preferi ficar aqui com a família, em casa."

Marquinhos também explica o esforço para tentar manter uma boa forma física. "Está tudo muito complicado, porque querendo ou não nós não temos estrutura na nossa casa para cumprir os treinamentos que fazemos no clube. Mas estamos nos virando como podemos. Vez em quando, dando uma corrida sozinho à noite, também tenho um amigo personal que está me ajudando, mas fora isso não tem muito o que fazer para manter o condicionamento. É mais essa preocupação de ficar em casa e se alimentar bem, para quando voltar, estar mais tranquilo", apontou.

DP

SANTA CRUZ - POUCO DINHEIRO

Presidente do Santa Cruz comenta ajuda da FPF aos clubes do estado: 'Poderia ter sido maior'

Presidente coral, no entanto, fez questão de ressaltar que "toda ajuda é bem vinda" (Foto: Rodrigo Baltar/Santa Cruz)


Entidade destinou R$ 10 mil aos dez clubes que disputam o Campeonato Pernambucano, suspendo por conta da pandemia do novo coronavírus


Um valor de bom grado, mas que poderia ter sido maior. Foi desta forma que o presidente do Santa Cruz, Constantino Júnior, tratou da ajuda financeira oferecida pela Federação Pernambucana de Futebol (FPF), de R$10 mil aos clubes que disputam a Série A1 do Campeonato Pernambucano deste ano. Medida emergencial adotada na tentativa de diminuir o prejuízo financeiro das equipes, uma vez que os campeonatos de futebol de todo o país estão paralisados em virtude da pandemia do coronavírus.

Em entrevista à Rádio Jornal, apesar de pontuar que toda ajuda seria “bem-vinda” em um momento de crise, o mandatário da Cobra Coral ressaltou que os clubes do Trio de Ferro (Santa Cruz, Náutico e Sport) têm gastos muito altos. Diferentemente, por exemplo, do cenário enfrentado pelas demais equipes que disputam o Campeonato Pernambucano.

“O Santa Cruz tem mais de 200 colaboradores e um estádio para mais de 60 mil pessoas. É um custo muito alto. Para equipes do interior a gente sabe que isso ajuda, porque eles estão em situação calamitosa, com muita dificuldade. Claro que esse valor é uma boa ajuda, de bom grado”, disse.

“Não sei da condição financeira da Federação, mas pelo que o presidente fala, poderia sair alguma coisa a mais. Mas ele está se esforçando, está buscando da melhor forma agradar as equipes. Então, acho que o que puder ser feito ele vai fazer em prol de fortalecer o futebol”, minimizou Constantino Júnior.


DP

SPORT - GANHANDO TEMPO

Sport ganha tempo na Fifa para quitar dívida sobre compra do atacante André, diz Bivar

Atacante de 29 anos foi negociado em 2018 com o Grêmio e segue no clube gaúcho (Foto: Paulo Paiva/DP Foto)


Presidente rubro-negro atesta que prazo inicial de 18 de abril para quitação de R$ 5,5 milhões junto ao Sporting deve ser 'congelado' por conta do coronavírus


De tantas reviravoltas de informações no caso André, o Sport recebeu mais uma. No entanto, dessa vez positiva para o clube. Com a paralisação das atividades do futebol dentro de campo, por conta da pandemia do coronavírus, as atividades burocráticas também estão em suspensão na Fifa, fazendo com que o prazo para o pagamento da dívida rubro-negra com o Sporting-POR, que encerraria no próximo dia 18 de abril, seja estendido de forma 'automática' pela entidade sem acarretar em punições ao clube pernambucano.

Pelo menos esse é o atual entendimento do presidente do Leão, Milton Bivar, que corrobora com o que já havia sido destacado pelo presidente da Federação Pernambucana de Futebol, Evandro Carvalho, na semana passada. Embora não tenha recebido uma notificação direta da Fifa, o mandatário leonino se diz confiante em novo prazo. 

"Não chegou nada oficial, porque a Fifa não está atendendo individualmente a cada um dos envolvidos nos processos. Mas pela resolução que ela tomou, parou tudo. A Fifa não poderia ficar insensível a tudo o que está acontecendo no futebol. Se os clubes não estão jogando, não estão faturando, como vão pagar alguma coisa?", questionou o dirigente rubro-negro.

Milton Bivar ainda reforça que o 'congelamento' dos prazos vai além das atividades burocráticas da Fifa. O mandatário cita também a Comissão Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), responsável por aplicar a nível nacional as sanções da entidade. "Não é apenas a questão da CNRD e dos fóruns jurídicos e de cobrança da Fifa que paralisaram. Parou tudo tudo, campeonatos pelo mundo todo, então é muita coisa que a Fifa precisa responder. Ela agora estancou", disse.

Apesar da ciência de ganhar mais tempo, Bivar reconhece que não há a determinação exata de qual será o período que terá entre o prazo antigo e o próximo que deve ser cobrado pela Fifa. “Vamos ver até onde vai. Eles devem dar um novo prazo", acredita.

No entanto, Bivar garante que, mesmo com o fato novo, segue na busca por um acordo com o Sporting-POR para saldar os R$ 5,5 milhões referentes à compra de 50% do passe do atacante, em 2017 e que não foi pago pelo clube pernambucano. 

"Independentemente disso, nós estamos trabalhando e as coisas estão encaminhando para um acordo. Já temos o link com eles (Sporting-POR) e o pessoal vem conversando. A coisa está andando", garantiu.

DP

CORONAVÍRUS

Pandemia: produtores rurais se preparam para diminuir riscos



Pequenos e médios produtores tem procurado informações para prevenção



O produtor rural brasileiro tem buscado informações para encarar o novo coronavírus, de forma a evitar que o prejuízo já esperado fique ainda maior. De acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), pequenos e médios produtores têm sido os que mais buscam informações junto à entidade. 
A guerra é contra o vírus, e em defesa do negócio, dos entes queridos e das equipes que trabalham no campo. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que mais de 15 milhões de pessoas trabalham nos estabelecimentos agropecuários do país.
De acordo com CNA e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), como o setor agropecuário brasileiro já tem uma rotina de cuidados constantes em relação a procedimentos sanitários, poucas mudanças de rotina serão implementadas. Boa parte delas, similares aos cuidados sugeridos pelo Ministério da Saúde à população como um todo.
Mesmos assim, alguns pontos da rotina foram alterados em função das medidas preventivas de contaminação. Em especial, no sentido de manter as distâncias recomendadas entre as pessoas; de fazer higienização; e cuidados a mais com suas equipes. Entre eles o aumento do número de carros e ônibus usados para o transporte de trabalhadores. “São medidas que já foram repassadas e adotadas pelos produtores”, disse à Agência Brasil a superintendente técnica adjunta da CNA Natália Fernandes. 

Boas práticas

Diretor do Departamento de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas, da Secretaria de Inovação do Mapa, Orlando Melo de Castro diz que as “boas práticas já rotineiras” evitam a propagação deste e de qualquer vírus.
Procedimentos como a limpeza constante de equipamentos e a não entrada de pessoas estranhas nos locais são cuidados já adotados na rotina do produtor, explica Castro. “Vale ter mais cuidados com a propriedade, em especial com a limpeza sanitária dos veículos que nela entrarem. E, claro, os cuidados de higiene pessoal, que têm de ser redobrados a exemplo do que deve ser feito na cidade: lavar as mãos com frequência, evitar circulação e ambientes com aglomeração. Há também o cuidado de evitar que os animais de uma propriedade tenham contato com os de outra”, disse ele à Agência Brasil.
“Os produtores estão engajados e se consideram responsáveis pela manutenção do abastecimento de alimentos. Principalmente os pequenos e médios produtores, porque os grandes têm melhores estruturas e capacidade de adaptação dessas estruturas por, em alguns casos, envolverem menor uso de mão de obra, o que diminui o fluxo de pessoas”, acrescentou a superintendente da CNA.

Transporte

Entre as recomendações do Mapa estão algumas relativas à circulação de mercadorias e cuidados pessoais na logística. “Estamos tendo um cuidado maior com a limpeza dos equipamentos. A limpeza é diária, e o compartilhamento deve ser evitado”, informa a superintendente da CNA.
De forma geral, a distribuição de alimentos está fluindo bem tanto nas rodovias como nos portos, segundo a CNA. “Relatos de produtores apontaram empecilhos, mas por meio de canais criados pela CNA com autoridades públicas temos repassado os problemas pontualmente ao Ministério da Infraestrutura, que tem atuado com as secretarias municipais de forma rápida, a desfazer esses pontos”, disse Natália referindo-se a medidas municipais que, em algumas localidades, criaram barreiras para o fluxo de pessoas e cargas.

Alimentos

Natália Fernandes explica que a primeira preocupação da CNA foi a de garantir que a produção e a distribuição dos alimentos fosse classificada como atividade essencial, o que já foi com o Decreto 10.282, de 20 de março de 2020, que inclui, além da cadeia produtiva de alimentos, a bebida como essencial.
Dessa forma, tanto CNA como Mapa dizem não haver riscos de desabastecimento no país, em função do novo coronavírus. “Mas essa é uma questão que precisa e está sendo avaliada e reavaliada constantemente pelas autoridades para evitar surpresas”, explica o diretor do Ministério da Agricultura.

Impacto financeiro

A CNA não tem, até o momento, uma avaliação precisa do impacto da covid-19 para o agronegócio. Mas já sabe que, setorialmente, alguns produtores têm sido mais afetados. É o caso dos produtores de flores e plantas ornamentais, que são comercializadas principalmente em supermercado, feiras e eventos.
“Nesse caso, a redução do faturamento chegou a 90% na comparação com o ano anterior. Este foi o primeiro setor a sentir uma queda drástica de consumo. Em um primeiro momento, pela queda nas compras e, depois, pelo cancelamento de novas compras pelos estabelecimentos que tiveram de fechar as portas. Essa tendência deve permanecer pelos próximos meses, por conta dos eventos cancelados”.
O Dia das Mães é a principal data deste setor. “Se continuar assim até maio, o setor provavelmente não venderá o que vendia antes, e a expectativa é de que as perdas superem R$ 1 bilhão”, acrescenta.
Um outro setor que já sente os efeitos da pandemia de covid-19 é o de hortaliças, que tem apresentado uma variação bastante grande tanto de demanda como de preços. “No começo da quarentena, a população fez compras iniciais bem grandes. Depois notamos um recuo nas vendas de tomates, frutas e, principalmente, hortaliças. Isso se explica também pelo fechamento de bares e restaurantes”, explica Natália.

Animais

O diretor do Ministério da Agricultura faz um alerta: os animais criados pelos produtores rurais podem passar a doença adiante mesmo não tendo o vírus circulando em seu organismo. Basta que ele o tenha em algum ponto da parte externa, após ser manuseado por alguém contaminado.
“O vírus é como uma chave que procura uma fechadura. Cada animal tem uma fechadura, que o vírus pode ou não se encaixar. Em geral, vírus que contamina o animal não contamina o homem porque são fechaduras diferentes. No entanto, apesar de não serem vetores da covid-19, eles podem passar a doença adiante através da pelagem, por exemplo se alguém contaminado tossir ou espirrar próximo”, disse Castro ao explicar que o procedimento preventivo, nesse caso, é similar ao de qualquer superfície que possa estar infectada. “Basta limpar”.
Castro tranquiliza os consumidores quanto a carnes e lácteos certificados, já que são grandes os cuidados adotados por frigoríficos. 

Ajuda do governo

O Ministério da Agricultura informa que está ouvindo produtores de diferentes cadeias para, a partir de análises de situação, ver o que está, de fato, acontecendo e, então, implementar políticas públicas de ajuda aos produtores brasileiros.
Do ponto de vista econômico, ele sugere que os produtores busquem novos canais, além de mercados e das Ceasas, que estão fechados por conta da quarentena. “Pensem alternativas de entrega, de forma a minimizar suas perdas”, sugere.

Propostas da CNA

A CNA tem apresentado sugestões de medidas para garantir a logística e a manutenção da distribuição. Entre as propostas apresentadas está a garantia de compra dos produtos contratados para as escolas públicas, que, diante da quarentena, foram fechadas. “A ideia é a de, garantida a compra pelo governo, direcionar esses alimentos às famílias dos estudantes”.
A entidade defende também a ampliação das compras que o governo faz junto a agricultores familiares, destinadas a famílias carentes; e o estabelecimento de medidas e requisitos que orientem o funcionamento de feiras livres, fechadas como estratégia de evitar aglomerações.
“São orientações, procedimentos e cuidados para que essas feiras funcionem respeitando distâncias mínimas entre barracas e pessoas, prevendo controle de entrada, e que os alimentos já estejam pesados para evitar manipulação. Geralmente essas feiras já funcionam em ambientes abertos e com circulação de ar”, detalhou a superintendente da CNA.
Em parcerias com o poder público e com empresas de e-commerce, a CNA está implementando medidas visando viabilizar comércio online e plataformas integradas, para fazer a conexões diretas entre produtores, consumidor final e comerciantes, de forma a facilitar escoamento e vendas regionais.
Uma das medidas já adotadas é a criação de um grupo de Whatsapp para tirar dúvidas e ajudar os produtores rurais. O canal está aberto a todos, no número 61-9 3300 7278.
Agência Brasil

CORONAVÍRUS

Senado pode incluir mais beneficiados na renda emergencial, nesta quarta

Projeto de Alessandro Vieira inclui catadores, taxistas e motoristas de aplicativo, músicos, caminhoneiros etc


O “plenário virtual” Senado deve votar nesta quarta-feira (1º) o projeto da Renda Básica de Cidadania Emergencial, que deve pagar até R$1.500 para famílias de baixa renda durante a pandemia do coronavírus, além de beneficiar outros grupos de pessoas ao auxílio de R$600 destinados a trabalhadores informais.
O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) propõe a inclusão de indígenas, pescadores artesanais, catadores de materiais recicláveis, taxistas e motoristas de aplicativo, caminhoneiros, músicos, mães adolescentes e pais solteiros.
Outra proposta, de Renda Básica, destina a distribuir R$300 por pessoa sempre que ocorrerem epidemias e pandemias, durante seis meses, para beneficiários do Bolsa Família e para cidadãos inscritos no Cadastro Único com renda familiar per capita inferior a três salários mínimos.
Os valores poderão ser acumulados por uma mesma família até o valor de R1.500, e a vigência dos pagamentos poderá ser prorrogada enquanto durar a pandemia.
O relator do projeto, senador Esperidião Amin (PP-SC), vai incorporar alterações no auxílio emergencial para trabalhadores informais que acabaram sendo rejeitadas para evitar que ele retornasse à Câmara dos Deputados, onde teve origem.
A votação do projeto estava prevista para esta terça-feira (31), mas como a sanção presidencial não ocorreu durante o dia, o presidente interino do Senado, Antonio Anastasia, preferiu adiar para esta quarta-feira (31).
Eu faço votos para que amanhã [quarta-feira] nós já tenhamos o projeto transformado em lei e, assim, possamos dar sequência à decisão que tomamos ontem [segunda-feira] de atender as categorias mais desfavorecidas. Tomara que amanhã possamos recuperar o tempo que foi despendido — declarou ele.

Diario do Poder

MERRECA DE DOAÇÃO

Salário de marajá

 O presidente da Câmara de Olinda, Jorge Federal (PL), enche a boca para dizer que fez uma doação de R$ 900 do seu salário para compra de cestas básicas destinadas às comunidades periféricas da cidade. O valor, entretanto, é uma merreca do que ele embolsa por mês, algo próximo a R$ 40 mil, segundo o Portal da Transparência. São dois subsídios como parlamentar (um por ser vereador e outro por ser presidente) e uma aposentadoria como agente da Polícia Federal próxima a R$ 15 mil. Se de fato Federal tivesse um coração mais extenso, como o de mãe, certamente teria tirado do bolso uma ajuda bem mais gorducha e não uma merreca.


por Magno Martins

CORONAVÍRUS

Covid-19: ministro da AGU entra em isolamento


O advogado-geral da União, André Mendonça, entrou em isolamento ontem, por suspeita de ter contraído o novo coronavírus, informou o próprio ministro em uma rede social.
Na segunda (30), Mendonça participou de entrevista coletiva no Palácio do Planalto ao lado dos ministros Luiz Henrique Mandetta. (Saúde), Walter Souza Braga Netto (Casa Civil),Tarcísio Gomes (Infraestrutura) e Onyx Lorenzoni (Cidadania).
"Queridos, desde ontem manifesto sinais de possível infecção. Corpo dolorido, tosse seca, mas sem febre. Hoje fiz o teste para Covid. Pode ser apenas resultado do ritmo de trabalho, mas para prevenir eventual transmissão a outros, aguardo o resultado em casa. Sigo trabalhando", escreveu o ministro.
As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até as 22h00 desta terça, 5.812 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, o país tem 201 mortos.

Por G1

AOS POUCOS VÃO LIBERANDO

Justiça Federal libera igrejas e lotéricas


O Tribunal Regional Federal da 2ª Região atendeu a um pedido da Advocacia-Geral da União e liberou a vigência de um decreto editado pelo presidente Jair Bolsonaro que colocava igrejas, templos religiosos e casas lotéricas como serviços essenciais durante a pandemia do novo coronavírus, o que significa que eles podem funcionar.
A decisão também derrubou a proibição de que o governo federal e o município de Duque de Caxias (RJ) se abstivessem de adotar qualquer estímulo à não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde, assim como o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde, sob pena de multa.  
Em sua decisão, o presidente do TRF-2, desembargador Reis Friede, afirmou que a Justiça de primeira instância havia usurpado anteriormente as competências do Legislativo e do Executivo e que existe ainda um perigo de ela perdurar.
"Isso porque a retirada das unidades lotéricas da lista de serviços e atividades essenciais acarretaria, na prática, a possibilidade de seu fechamento por decisão de governos locais, gerando o aumento do fluxo de pessoas nas agências bancárias tradicionais, implicando em aglomerações indesejadas no momento atualmente vivido pela sociedade brasileira", disse o desembargador.

Por Reuters