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domingo, 16 de agosto de 2026

NÁUTICO - PRECISA VENCER

Pressionado, Náutico recebe o Ceará em confronto direto na parte de baixo da Série B

Elenco do Náutico na Série B (Rafael Vieira / CNC)

Com apenas uma vitória nos últimos 12 jogos, o Náutico recebe o Vozão precisando somar pontos


Ficando apenas no empate com a lanterna Ponte Preta e vendo a sua vantagem diminuir em relação à zona de rebaixamento, o Náutico chega pressionado para o seu próximo compromisso na Série B. O duelo será justamente um confronto direto contra o Ceará, que acontece nesta terça-feira (18), às 21h30, no estádio Esportes da Sorte Aflitos.

O Timbu chega para o duelo nordestino precisando somar pontos, já que conta com apenas uma vitória nos últimos 12 jogos da Segundona. O baixo aproveitamento fez a equipe cair para a 15ª posição na tabela, com 27 pontos.

O Ceará vem logo atrás do Náutico na tabela de classificação. O Vozão também passa por um mau momento e é apenas o 16º colocado, com 25 pontos. Vindo de derrota para o Cuiabá, o clube cearense mira a vitória no Recife para ultrapassar o próprio Timbu na classificação, respirando na disputa contra o rebaixamento.

Após o jogo do Náutico contra a Ponte Preta, o técnico Hélio dos Anjos aproveitou para já projetar o duelo contra o Ceará. Segundo o comandante, os alvirrubros terão que fazer valer o fator casa para superar o adversário em um confronto de peso.

“É um clássico regional. O Ceará não vai ter medo de jogo nosso. E nós temos que fazer um jogo de imposição e aproveitar o mando de campo, coisa que também não estamos conseguindo. A nossa irregularidade dentro da competição, principalmente dentro de casa, tem sido nosso maior problema. Vamos ter um grande problema, que é o adversário e a nossa necessidade de buscar resultado para afastar do grupo lá de atrás”, externou Hélio dos Anjos.

Venda de ingressos

O Náutico divulgou neste domingo (16) o início da venda de ingressos para o jogo contra os cearenses. As entradas estão sendo comercializadas entre R$ 30 e R$ 180, dependendo do setor do estádio e do tipo de ingresso. Os torcedores podem confirmar presença através do site da FutebolCard. 


Caio Antunes

CAMPEONATO BRASILEIRO 2026

Série B: Sport aguarda desfecho da rodada por vaga no G6 e Náutico se aproxima do Z4

Jogadores de Sport e Náutico na Série B (Rafael Vieira/DP Foto e @apis.prod)

Resultados da rodada vêm causando efeitos opostos nos clubes pernambucanos


Os últimos resultados da 22ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro vêm causando efeitos opostos na tabela para os clubes pernambucanos. O Sport aguarda o desfecho da rodada para manter a 6ª colocação, enquanto o Náutico perdeu posição e se aproximou da zona de rebaixamento.

Após vencer o Londrina na última sexta-feira (14), o Leão da Ilha entrou no G6 da Segundona. Com as derrotas do Goiás, para o Criciúma, e do Atlético-GO, para o Vila Nova, o clube rubro-negro manteve-se na zona de classificação aos playoffs.

O Sport, porém, aguarda o duelo entre CRB (8º) e Novorizontino (7º), que acontece às 18h30 deste domingo (16). Caso haja um vencedor, a equipe leonina cairá para a 7ª posição, passando a torcer exclusivamente por um empate em Alagoas.

O Náutico, por sua vez, viu os últimos resultados complicarem a sua situação na tabela. Depois de apenas empatar com a lanterna Ponte Preta, o Timbu foi ultrapassado pelo Cuiabá, que bateu o Ceará na rodada.

Além de cair para a 15ª posição com o triunfo do Dourado, o clube alvirrubro também acompanhou a sua vantagem diminuir em relação ao Z4. Já na manhã deste domingo, o Avaí, primeiro time na zona da degola, venceu o Operário-PR e ficou a quatro pontos do Náutico.

Caio Antunes

INCÊNDIO NA IGREJA

Incêndio atinge igreja na Avenida Caxangá, no Recife

Igreja fica localizada no bairro do Cordeiro (Foto: Reprodução/Rede Social)

Bombeiros empregaram oito viaturas na ocorrência e debelaram as chamas; não há registro de vítimas


Um incêndio atingiu a igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVC), localizada na Avenida Caxangá, em frente ao Parque de Exposições, no bairro do Cordeiro, Zona Oeste do Recife, na manhã deste domingo (16).

Imagens nas redes sociais mostram uma intensa fumaça no local. As informações é que o fogo atingiu a área do culto, incluindo todo imobiliário e teto, mas que a área administrativa e a sala do departamento infantil não foram atingidas.

Por meio de nota, o Corpo de Bombeiros informou que empregou oito viaturas na ocorrência, sendo quatro de combate a incêndio, uma de resgate, uma de operações com drone e duas de comando operacional.

Nas redes sociais, o pastor da congregação, Edson Vando, convocou os fiéis da unidade atingida pelo incêndio a não deixarem de orar e convidou a todos para assistir ao culto na sede da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, localizada na Avenida Mascarenhas de Morais, no bairro da Imbiribeira. “Minha palavra neste instante é que Deus está no controle de todas as coisas”, disse.

Isabella Fabricio

AFROEMPREENDEDORISMO

Maioria nos negócios, minoria na renda: o desafio do empreendedor negro em Pernambuco

Klyssya Tozer, proprietária do Salão Gana Hare (Foto: Maurício Ferry/DP)

Segmento conquistou política pública específica no estado e encontra nas feiras um espaço de visibilidade e fortalecimento


Os empreendimentos liderados por pessoas negras movimentam uma parcela significativa da economia pernambucana. De acordo com um levantamento do Sebrae, baseado em dados do IBGE, atualmente 663,5 mil negros e negras estão à frente de negócios em funcionamento no estado, o que equivale a 62,3% do total do mercado. O percentual está acima da taxa nacional, que segundo o mesmo estudo indica uma parcela de 52,3% de negros e negras entre os empreendedores brasileiros.

Os números revelam ainda que, apesar de ser maioria entre os donos de negócios no cenário local, a população negra precisa encarar um abismo no que se refere ao retorno financeiro. De acordo com o Sebrae, os afroempreendedores têm um rendimento real médio de R$2.334,28, enquanto os brancos que empreendem chegam ao valor médio de R$ 4.155,25, uma diferença de 78%.

Para o analista do Sebrae Omero Galdino Jr., a disparidade envolve diversos fatores, entre eles o preconceito institucionalizado em relação ao local de origem do empreendedor. “Essa questão da renda, do acesso ao crédito, a gente sabe que, infelizmente, quando um empreendedor vai buscar crédito, ele tem que passar algumas informações, uma delas o CEP. E aí esse CEP, se vai para uma comunidade ou um bairro que menos favorecido economicamente, o grau de risco que o banco dá é muito mais alto”, avalia.

Políticas públicas de incentivo ao afroempreendedorismo

Em novembro de 2023, Pernambuco instituiu a Política Estadual de Incentivo ao Afroempreendedor, a partir de um projeto de iniciativa da deputada estadual Socorro Pimentel (PSD). De acordo com o texto da lei 18.374/23, o afroempreendedorismo é definido como a “ação criativa e inovadora de construção de autonomia econômica e financeira, de geração de renda, a partir do trabalho em empreendimento econômico, considerando a riqueza cultural e a formação profissional de pessoas negras”.

O conjunto de normas visa fortalecer e estimular o empreendedorismo afro-brasileiro, através da promoção de ações de conscientização e da criação de redes de interação. Nesse ponto, novamente o estado sai na frente no comparativo com o cenário legislativo nacional. Em 2020 chegou a tramitar no Congresso Nacional um projeto de lei para estabelecer a Política Nacional de Apoio ao Afroempreendedorismo, de autoria do então senador Telmário Mota (PROS/RR), mas a proposta não avançou e foi arquivada no ano seguinte.

“Uma política que seja específica, eu acho que valida, reconhece que tem muita gente empreendendo, mas nem todo mundo parte do mesmo lugar, com a mesma condição. Então existe um problema conjuntural, um problema de política pública e acredito que essa política ela vem para tentar equilibrar a regra do jogo para todo mundo”, analisa Omero.

Empreendedorismo como alternativa de sustento

A opção pela abertura do próprio negócio muitas vezes é vista como uma alternativa à ausência de oportunidades no mercado de trabalho tradicional, uma vez que a taxa de desemprego no estado chegou a 9,2% no primeiro trimestre deste ano, segundo o IBGE. Em Pernambuco, 65,7% dos donos de negócios na informalidade são negros, como aponta o Sebrae.

Para Diane Gonçalo, que há 19 anos mantém uma marca de confecção de agbês, instrumento percussivo de origem africana, o maior incentivo para empreender veio da possibilidade de gerir o próprio tempo e administrar as demandas familiares.

“O ponto chave foi a criação da minha filha. Eu trabalhava, estudei, tenho ensino superior incompleto, porque eu não conseguia concluir, e a dificuldade de ter alguém que cuidasse da minha filha me fez optar por trabalhar pra mim. Eu não conseguia conciliar trabalho formal, CLT e cuidar dela. Eu sempre deixava ela na casa de alguém ou na casa de um tio, isso era minha maior dificuldade”, relata.

Klyssya Tozer, proprietária do salão afro Gana Hare, aponta que o contexto abusivo das relações de trabalho motivaram a sua busca pelo próprio negócio. “Eu já tive experiências com o trabalho CLT e para mim não era confortável as formas de trabalho, às vezes não tinha tanto respeito. Era aquele rolê do ‘manda quem pode, obedece quem tem juízo’. Dentro desse sistema, eu não me sentia confortável, eu não me adequava. E o empreendedorismo surge dentro disso”, diz.

Nesse contexto, há um movimento cada vez mais crescente de busca pela formalização através de modalidades mais simplificadas e de menor tributação, como o Microempreendedor Individual (MEI). O Sebrae aponta que no cenário de empresas formalizadas no estado, a população negra tem maioria de 52,1%. Para uma parcela dos proprietários, a regularização é vista como algo essencial desde a abertura do negócio.

“A importância de entender esse registro é por questões de benefício e, para mim, era como se eu tivesse me posicionando dentro do empreendedorismo, desse sistema. Desde muito jovem eu já entendia a importância de ter essa organização, sabe, de ter documento, registro, de funcionar com uma empresa, mesmo sendo muito pequenininha ou o meu negócio sendo pequeno”, afirma Klyssya.

Já para Amanda Maciel, que administra a marca de moda autoral recifense Pano Amostrado, o processo de formalização surgiu como uma necessidade no decorrer das atividades. “Sem isso a gente perde muita oportunidade, então quando eu fiz o CNPJ abriram outras oportunidades para mim, de fornecedores, de eventos. Então eu fui me formalizando e aprendendo”, expõe.

Feiras como espaço de fortalecimento e visibilidade

A atuação conjunta e em rede surge como o principal recurso para superar as barreiras enfrentadas em um mercado cada vez mais globalizado e competitivo. Nesse cenário, as feiras especializadas em empreendimentos negros ganham centralidade, como forma de reduzir as barreiras enfrentadas no mercado tradicional e garantir maior visibilidade para os negócios.

É o caso Expo Preta, do Shopping RioMar, que este ano chega à 5ª edição reunindo 20 marcas de afroempreendedores. Para Rayane Gomes, que participa do evento representando a Amora Pet, loja de acessórios para animais, é uma oportunidade de alcançar locais nunca antes imaginados.

“Enxergo como uma visibilidade muito grande estar dentro de um shopping como o RioMar, porque nem todo mundo conhece todas as marcas. Às vezes são marcas muito boas, mas desconhecidas por não ter tanta oportunidade. Então quando surgem essas oportunidades, eu não penso duas vezes em estar lá”, afirma.

Além da Expo Preta, a capital pernambucana também abrigou recentemente outras iniciativas como a Expo Afro, realizada em julho pelo Sebrae como parte integrante do evento Conexão Afro, e a Feira Ojá Afro, que acontece periodicamente no Sesc Santa Rita, na região central do Recife.

Amauri Lins

ELEIÇÕES 2026

João Campos inicia campanha com caminhada no Cabo de Santo Agostinho

João Campos durante caminhada no Cabo de Santo Agostinho (Reprodução)

Ainda na madrugada deste domingo (16), o candidato do PSB e familiares foram aos pés de Nossa Senhora da Conceição, na Zona Norte do Recife


Em seu primeiro dia de campanha, neste domingo (16), o candidato ao Governo de Pernambuco e líder da Frente Popular, João Campos, realizou uma caminhada pelas ruas de Ponte dos Carvalhos, no Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife.

Ao lado do prefeito do município, Lula Cabral, do candidato a vice-governador, Carlos Costa, do candidato à reeleição ao Senado, Humberto Costa, da candidata ao Senado, Marília Arraes, da candidata a deputada federal, Juliana de Chaparral, e do candidato a deputado estadual, Batista Cabral, João foi recebido por uma multidão de apoiadores durante a agenda.

Mais cedo, ainda de madrugada, o candidato do PSB e familiares foram aos pés de Nossa Senhora da Conceição. Após a descida do Morro da Conceição, no Recife, João Campos seguiu para o comitê central da Frente Popular de Pernambuco, também na Zona Norte, onde comandou um adesivaço e a distribuição de materiais de campanha.

A agenda ainda inclui uma caminhada em Brasília Teimosa, na Zona Sul da capital.

ELEIÇÕES 2026

"Pernambuco demonstrou que não tem dono", diz Raquel em primeiro ato de campanha, no Recife

Governadora iniciou campanha de reeleição em ato no Recife (Amauri Lins/DP)


Governadora e candidata à reeleição pelo PSD participou de adesivaços na Zona Sul e na área central do Recife neste domingo (16)

 

Na manhã deste domingo (16), a governadora Raquel Lyra (PSD) participou de seu primeiro ato de campanha, com adesivaços em seus comitês nas zonas Norte e Sul do Recife. Na ocasião, discursou acompanhada pela vice-governadora, Priscila Krause (PSD), e por outras lideranças políticas e correligionários.

"Pernambuco demonstrou que não tem dono. A vontade livre do povo será manifestada e a gente está trabalhando para que as mentes e os corações dos pernambucanos estejam unidos em um sentimento só: o de fazer o nosso estado cada vez maior, líder do nordeste brasileiro, referência do país”, afirmou a governadora.

Durante o ato, Raquel afirmou que pretende percorrer o estado ao longo dos 45 dias de campanha e apresentar aos eleitores as ações realizadas durante os quase quatro anos de gestão. A governadora também defendeu uma campanha sem violência e disse que pretende combater a disseminação de notícias falsas.

"A gente vai andar em cada recanto do nosso estado, levando mensagem de fé, esperança e trabalho e de quem, nos últimos quatro anos, botou o coração no trabalho, foi para cima e liderou um processo de mudança em Pernambuco que não vai parar", declarou.

Raquel disse ainda que pretende fazer uma campanha "limpa" e pautada pelo contato direto com os eleitores. "Estou à disposição para fazer uma campanha limpa, olho no olho, para que a vontade do povo possa livremente ser mostrada pela força da democracia e das urnas. Vamos trabalhar combatendo fake news e, para cada gesto de agressão e violência, vamos responder com amor", declarou.

Com o mote "Pernambuco de Coração", a campanha da governadora segue, neste domingo (16), com atos em Caruaru, no Agreste, e Petrolina, no Sertão. A agenda também inclui a participação em evento político do candidato a deputado federal Miguel Coelho, em Petrolina.

Além de Priscila Krause, candidata à reeleição como vice-governadora, acompanham Raquel durante a programação os candidatos ao Senado Eduardo da Fonte (PP) e Túlio Gadêlha (PSD).

DP

ELEIÇÕES 2026

Do ABC a Copacabana, presidenciáveis iniciam campanha em seus redutos políticos

Primeiro dia de atos de campanha entre os candidatos à Presidência (Foto: Nelson Almeida e Mauro Pimentel/AFP)

Atos estão permitidos até 3 de outubro, um dia antes do primeiro turno


Os candidatos à presidência da República iniciaram neste domingo (16) a campanha nas ruas do país, que está liberada a partir de hoje pelo calendário da Justiça Eleitoral.

De acordo com a Lei das Eleições e resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os atos estão permitidos até 3 de outubro, um dia antes do primeiro turno. Os comícios estão autorizados entre as 8h e a meia-noite, até 1° de outubro.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva começou oficialmente sua busca do quarto mandato em comício no Estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, na Região Metropolitana de São Paulo.

“A partir de hoje, só vamos dormir direito em 5 de outubro. Cada militante nosso tem de andar com a comparação do que nós fizemos e do que os outros fizeram”, discursou a um estádio cheio, conclamando a participação ativa da militância na campanha.

O local foi escolhido justamente pela relação com sua história política. Palco das assembleias de operários das metalúrgicas do ABC, teve greves importantes para pressionar uma ditadura militar que já dava sinais de cansaço, em 1979.

O evento adiantou as linhas gerais de campanha, com destaque para a defesa da soberania, pautas sociais e as questões em disputa com os partidos de direita, como o papel da mulher e as diferenças de abordagem em relação à segurança pública.

Em sua sétima candidatura à presidência, Lula disse que “enquanto for vivo não vai permitir que uma direita responsável pela morte de crianças sem remédio e pela morte de 400 mil pessoas sem vacina volte”.

O comício emprestou palanque para outros estados, com participação de políticos do partido de todas as regiões. Coube a Benedita da Silva, que concorre ao Senado no Rio de Janeiro, representar os candidatos ao legislativo.

Em relação à segurança pública, defendeu propostas em andamento, como o ministério de segurança pública e a possibilidade de aprovação da lei de combate ao crime organizado, dando destaque à importância de buscar os grandes beneficiários do crime.

Flávio Bolsonaro (PL)

Flávio Bolsonaro começou a campanha pela Presidência da República na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. O local recebeu uma série de manifestações bolsonaristas nos últimos anos, incluindo aquelas contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, por tentativa de golpe de Estado.

Flávio subiu ao carro de som por volta das 11h30, usando uma camiseta com os dizeres "Meu Partido é o Brasil", nas cores da bandeira nacional. Ele estava acompanhado do candidato a vice, Alfredo Gaspar, da mãe, Rogéria, também candidata, e da esposa, Fernanda.

Flávio tocou áudios do pai refletindo sobre a família, depois do atentado que sofreu, e prometeu levar à frente o legado do presidente que governou o país entre 2019 e 2022.

"Sei que pareço com ele [Jair, pela semelhança física]. Mas é difícil comparar o filho do Pelé com o Pelé", disse Flavio, no início do discurso, para um público de milhares de pessoas, na praia.

O candidato defendeu o pai e afirmou que Jair foi preso injustamente. Prometeu, se eleito, indicar os novos quatro ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), entre "homens e mulheres". Atualmente, a Corte conta com apenas uma mulher, a ministra Cármen Lúcia.

A pauta da segurança pública esteve entre os principais tópicos do discurso. Flávio prometeu classificar milícias e organizações do tráficos de drogas como "terroristas", reduzir a idade penal, enfrentar roubos e furtos, além de diminuir os altos índices de feminicídio no país.

No tema economia, ele criticou a alta taxa de juros no país, com a Selic a 14% ao ano, e prometeu aliviar a inflação para a classe média. Propôs um "tesouraço", nos primeiros dias, além de cortes de gastos e de cargos.

Ronaldo Caiado (PSD)

O candidato à presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) escolheu começar a campanha em Goiás, estado que governou de 2019 a março deste ano e onde, segundo pesquisas eleitorais, lidera as intenções de votos.

Acompanhado por apoiadores, o candidato percorreu municípios goianos do entorno do Distrito Federal. Ele passou por Águas Lindas de Goiás, Santo Antônio do Descoberto, Novo Gama, Valparaíso e Cidade Ocidental, encerrando o ato em Luziânia.

Caiado, que diz estar disputando o pleito deste ano “para tirar o PT do poder”, assegurou que, caso não passe para o segundo turno, não apoiará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputa a reeleição. A manifestação é contrária à declaração do presidente do PSD e vice de Caiado, Gilberto Kassab, que disse no sábado que os partidos do chamado Centrão “estão com Lula”.

O ex-governador de Goiás disse ser o único político com mandato no Brasil que nunca apoiou Lula e acrescentou que, no primeiro turno, a população vai escolher o candidato de oposição que vai enfrentar o atual presidente no segundo turno.

“Não adianta lançar um candidato [de oposição] que, ao chegar lá, vai ter que ficar explicando seus problemas. Este não ganha a eleição”, comentou o goiano ao responder a perguntas de jornalistas sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), que supera Caiado nacionalmente nas pesquisas de intenção de votos.

Caiado garantiu que, durante sua gestão à frente do governo de Goiás, entregou melhorias na segurança pública, na educação e na saúde. E destacou a importância dos eleitores analisarem as propostas dos candidatos para promover a responsabilidade orçamentária e o equilíbrio fiscal.

Romeu Zema (Novo)

Romeu Zema, candidato à presidência pelo Partido Novo, foi a Montes Claros, Norte de Minas Gerais, para iniciar a campanha à presidência da República neste domingo.

Ele participou de uma missa na Paróquia Nossa Senhora da Conceição e São José. Depois, esteve em um almoço com candidatos de seu partido a cargos de deputado federal.

Em discurso na cidade, o ex-governador de Minas criticou o governo Lula e disse que acredita que estará no segundo turno das eleições. Zema defendeu propostas sobre segurança pública e combate à corrupção.

“O que eu fiz aqui [em Montes Claros] eu vou fazer no Brasil. Sem roubalheira, sem corrupção e com gente competente”, discursou.

Renan Santos (Missão)

O primeiro ato de campanha de Renan Santos, candidato pelo Missão, aconteceu no Largo São Francisco, no centro de São Paulo.

O evento teve a participação do deputado federal Kim Kataguiri, do ex-deputado estadual Arthur do Val, Amanda Vettorazzo, entre outros apoiadores.

Santos criticou o assistencialismo, falou sobre empreendedorismo, segurança pública e outros temas de sua campanha.

“Nós estamos aqui para colocar o nosso nome na história como a geração que alterou o destino de uma das maiores nações do mundo”, disse ao público presente.

Augusto Cury (Avante)

Augusto Cury, do Avante, também iniciou sua campanha à presidência neste domingo.

Ele esteve em Santa Luzia, Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG) e defendeu seu plano de governo, citando projetos que pretende implementar na área da Saúde. O candidato prometeu que seu mandato vai “escutar as pessoas”.

Em conversa com a imprensa e com o público presente, Cury descreveu sobre como encara a política no Brasil hoje:

“Nós não estamos em dois barcos, direita e esquerda, esquerda e direita. Estamos num barco só chamado família brasileira. Quem dirige esse barco tem de dirigir com responsabilidade”.

Hertz Dias (PSTU)

Professor da rede pública e ativista do movimento negro, o candidato do PSTU, Hertz Dias, caminhou com correligionários e apoiadores pela Avenida Paulista, em São Paulo, e por ruas de São José dos Campos, no interior paulista.

O socialista apresentou aos eleitores com quem conversou uma de suas principais propostas de governo: a reestatização das empresas estratégicas do país.

"O Brasil produz riquezas imensas. O problema é que essa riqueza está nas mãos de uma minoria de banqueiros, [empresas] multinacionais e grandes empresários”, disse o maranhense.

Dias defendeu que sua campanha está ao lado dos trabalhadores, que são quem produz toda a riqueza do país e se propôs a construir uma alternativa à concentração de riqueza, que impõe sacrifícios para a maioria.

Alexandre Cunha

ELEIÇÕES 2026

'Toda a direita vai estar unida no segundo turno', diz Romeu Zema no primeiro dia de campanha

(Foto: Divulgação)

Zema enfatizou sua atuação para atrair investimentos e criticou a política internacional adotada pelo governo Lula


Candidato à presidência da República pelo Partido Novo, Romeu Zema iniciou sua campanha eleitoral em uma missa na cidade de Montes Claros, no interior de Minas Gerais (MG). O ex-governador do Estado participou da celebração na Paróquia Nossa Senhora da Conceição e São José na manhã deste domingo, 16, e depois falou com a imprensa.

Zema enfatizou sua atuação para atrair investimentos e criticou a política internacional adotada pelo governo Lula.

“Fui o governador que mais andou pelo mundo e pelo Brasil em busca de investimentos”, afirma. “Sei conversar com o empresário porque já tive a oportunidade de ver e sentir na pele como o Estado brasileiro complica e maltrata a vida de quem trabalha”, complementa.

O candidato avalia que o governo petista conduziu mal esse processo, especialmente no âmbito internacional. “Cliente bom você trata bem”, diz.

“Esse governo está tratando muitos países mal, a começar pelos Estados Unidos”, alega. Questionou o dólar como moeda, como se mudar para euro ou yuan fosse resolver os nossos problemas, e se aproximou de países que não são democráticos, como Cuba, Irã e Venezuela. Depois vem reclamar que estão sofrendo sanção dos EUA”.

Questionado sobre a união dos candidatos de direita no segundo turno das eleições presidenciais, o político fez uma comparação com as eleições do Chile.

“Estarei no segundo turno e, tal como aconteceu no Chile, toda a direita vai estar unida”, afirma. Zema adicionou que qualquer um que estiver contra o PT no segundo turno terá seu voto. “Tenho certeza que vai ser como assistimos no Chile há seis meses. Diversos candidatos de direita concorrendo no primeiro e trabalhando juntos no segundo”.

De acordo com a equipe do candidato, a escolha de Montes Claros para marcar o início da campanha de Romeu Zema partiu do próprio ex-governador, que é admirador de Humberto Souto, ex-prefeito da cidade e ex-deputado que representou a região e faleceu em fevereiro de 2025.

Estadão Conteúdo

ELEIÇÕES 2026

Augusto Cury faz primeiro ato de campanha com discurso contra a polarização no Brasil

Presidenciável afirmou que pretende concentrar a campanha na escuta da população, no debate de propostas e na construção de soluçõe (Foto: Divulgação)

Candidato do Avante iniciou a corrida presidencial em Santa Luzia, na Grande Belo Horizonte, e apresentou propostas para educação, saúde e segurança pública


O escritor e médico Augusto Cury, candidato à Presidência da República pelo Avante, deu início oficialmente à campanha eleitoral neste domingo (16/8), em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Em entrevista coletiva, Cury apresentou propostas para diferentes áreas do governo e colocou o combate à polarização política como principal eixo de sua candidatura.

Para ele, a disputa entre grupos de direita e esquerda tem ultrapassado o campo das divergências políticas e provocado conflitos que atingem a sociedade. "Um dos grandes problemas da polarização é transformar o adversário político em inimigo moral", afirmou. Segundo Cury, quando o debate passa a ser baseado na ideia de que apenas um dos lados tem razão, diminui a possibilidade de diálogo e de construção de acordos.

O candidato disse que a busca por uma política menos polarizada não significa deixar de responsabilizar quem comete crimes ou irregularidades. Na avaliação de Cury, denúncias de corrupção, violações de direitos e outros crimes precisam ser investigadas com provas e dentro das regras previstas pela Justiça. Ele também criticou o uso de acusações como instrumento de disputa eleitoral e defendeu que os problemas do país sejam discutidos a partir de propostas.

"Precisamos de firmeza serena: coragem para enfrentar os problemas sem reproduzir a violência verbal que queremos superar", declarou. A estratégia apresentada pelo candidato é manter a cobrança por resultados sem transformar adversários políticos em inimigos.

Durante o lançamento, Cury também defendeu a formação de um pacto nacional envolvendo diferentes grupos políticos e setores da sociedade. Ele afirmou que questões como violência, desemprego e falta de oportunidades não podem ser tratadas como problemas exclusivos de um determinado campo ideológico.

"Antes de existirem brasileiros de direita e de esquerda, existem milhões de brasileiros com dores concretas", disse.

Conhecido psiquiatra, o candidato usa elementos da profissão para apresentar suas propostas. A campanha adotou o slogan "Fala, Brasil. Cury escuta" e apresentou a "Cadeira da Escuta" como um dos símbolos da candidatura. A proposta é utilizar o contato com a população para identificar demandas e incorporá-las à elaboração das políticas defendidas pela campanha.

Na área da educação, ele apresentou propostas de valorização dos professores, ampliação do ensino técnico e da educação em tempo integral. Também citou medidas de prevenção ao bullying, à ansiedade, à automutilação e à violência no ambiente escolar. Na saúde, defendeu a expansão da telemedicina e investimentos em ciência e inovação.

Para a segurança pública, propôs maior integração entre os órgãos, uso de inteligência e aplicação de tecnologia. Cury ainda afirmou que pretende montar uma equipe de governo com profissionais de diferentes posições políticas. "Não pretendo perguntar primeiro em quem alguém votou. Quero saber o que essa pessoa sabe fazer pelo Brasil", afirmou.

Depois da entrevista coletiva, o candidato participou de um ato na Praça Getúlio Vargas, no bairro São João Batista, acompanhado de apoiadores. O lançamento em Santa Luzia marcou o início da agenda oficial de Cury na disputa pelo Palácio do Planalto.

Ao apresentar a redução da polarização como uma das prioridades de sua candidatura, o presidenciável afirmou que pretende concentrar a campanha na escuta da população, no debate de propostas e na construção de soluções para problemas que, segundo ele, afetam brasileiros de diferentes posições políticas. (Com Estado de Minas)

 Correio Braziliense

ELEIÇÕES 2026

Sem Kassab, Caiado lança campanha em carreata e diz que fala sobre Centrão foi mal interpretada

Campanha teve início no município de Águas Lindas de Goiás (Foto: AG Fotonoticia)

No sábado, Caiado escreveu na rede social X que não apoiará Lula "em nenhum turno" e que sua candidatura existe para "tirar o PT do poder


O candidato do PSD à presidência da República, Ronaldo Caiado, deu início a uma carreata para o lançamento de sua campanha eleitoral, no município de Águas Lindas de Goiás (GO), neste domingo, 16. O seu candidato a vice, Gilberto Kassab, não compareceu à largada do evento.

A ausência de Kassab ocorre dois dias após ter dito em um evento com empresários em São Paulo que os partidos do Centrão estão com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e que Flávio Bolsonaro (PL) tem "chance zero" de vencer a eleição.

A declaração gerou reações de Flávio. "Kassab entregou o jogo: o PSD é Lula. São todos eles contra o Brasil", escreveu o senador, na rede social X. Em outra postagem, reiterou: "Não sei como os outros candidatos que se dizem de direita pensam, mas eu sempre tive muito claro na minha cabeça que seriam TODOS contra o PT".

No sábado, 15, Caiado escreveu na rede social X que não apoiará Lula "em nenhum turno" e que sua candidatura existe para "tirar o PT do poder".

Em entrevista coletiva de imprensa, ao chegar na carreata, Caiado disse que Kassab "está coordenando o lançamento da campanha em São Paulo". Sobre a declaração de Kassab, o candidato a presidente disse que houve má interpretação.

"Eu já dei essa resposta ontem. Esse pessoal está apavorado. Podem ficar tranquilos, que o único político com mandato no Brasil que é oposição ao Lula, que nunca votou no Lula, chama-se Ronaldo Caiado", afirmou. "Quem tem coragem, competência e credenciais para derrotar o Lula no 2º turno é exatamente Ronaldo Caiado."

Caiado disse ainda: "Eu não vou ter que explicar nada. Eu não tenho nada para explicar". Questionado se a declaração de Kassab sobre a posição do Centrão foi mal sucedida, o candidato a presidente respondeu: "Foi mal interpretada. Ele falou o que todo mundo já sabia. O que ele falou é a verdade. Por que os partidos não quiseram lançar candidato à presidência da República? Por que só o PSD lançou? Por que os outros todos entraram na neutralidade?".

Procurado pelo Broadcast Político, Kassab disse: "Estou na organização da largada da campanha do PSD nos 27 Estados". Não foi informada previsão de que ele compareça à carreata ao longo do dia, em algum dos seis municípios do entorno do Distrito Federal pelos quais Caiado vai passar.

Depois de Águas Lindas de Goiás, Caiado vai de helicóptero para o município de Santo Antônio do Descoberto (GO); depois, voa para Novo Gama (GO). Na sequência, vai de carro para Valparaíso (GO), Cidade Ocidental (GO), e encerra a carreata em Luziânia (GO), às 16h, num "grande encontro" na chácara do prefeito Diego Sorgatto (União Brasil).

Na última pesquisa Genial/Quaest, de 14 de agosto, Caiado apareceu com 4% nas intenções de voto no 1º turno, atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem 38%, e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que tem 31%. Caiado está empatado numericamente com Renan Santos (Missão) e tecnicamente com Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo), que têm 2%.

Estadão Conteúdo

ELEIÇOES 2026

‘Pai dos pobres’ chega de helicóptero a comício com espaços vazios ou cobertos por bandeirões

Comício em "ambiente controlado" não teve eleitor comum, quase todos eram petistas levados em ônibus.


Evento foi mais uma vez "controlado", com acesso restrito a ativistas credenciados


O primeiro ato oficial da campanha de Lula (PT) à reeleição, neste domingo (16), em São Bernardo do Campo (SP), teve espaços vazios nas arquibancadas e no gramado do Estádio 1º de Maio, a Vila Euclides. Imagens aéreas divulgadas durante o próprio evento mostraram setores sem ocupação e áreas do gramado preenchidas por bandeiras grandes.

O evento de Lula foi realizado mais uma vez em espaço fechado, “controlado”, como classificam seus assessores, no qual somente podem ter acesso pessoas convidadas ou credenciadas por órgãos ligados ao PT ou por eles controlados, como sindicatos.

O PT havia informado a expectativa de reunir pelo menos 20 mil pessoas e organizado caravanas de diferentes regiões para levar militantes.

Outro episódio que chamou atenção foi a chegada de Lula ao estádio. O presidente e a primeira-dama Janja desembarcaram de helicóptero no local, em uma agenda concebida justamente para marcar a retomada do contato de Lula com sua histórica base popular no ABC.

Críticas foram postadas nas redes.







A cena provocou comentários críticos nas redes sociais (esq.). Em uma publicação compartilhada no perfil oficial de Lula, um dos comentários com maior repercussão ironizou: “O Pai dos Pobres chegando de Helicóptero”, acompanhado de um emoji de risada. Outros usuários também fizeram críticas ao público presente no estádio.

A escolha da Vila Euclides teve forte carga simbólica. Foi ali que Lula, ainda como líder sindical, comandou algumas das grandes assembleias dos metalúrgicos do ABC no fim dos anos 1970. Décadas depois, o local escolhido para representar uma demonstração de força popular acabou dividindo as atenções entre os espaços vazios nas arquibancadas e a chegada presidencial de helicóptero.

Espaços vazios na arquibancada e no campo foram cobertos por bandeirões – Fotos: reprodução de vídeo.

ELEIÇÕES 2026

Flávio Bolsonaro (PL) dá início à campanha presidencial em Copacabana, no Rio

O lançamento ocorreu em um trio elétrico na Avenida Atlântica, palco tradicional de atos do ex-presidente Jair Bolsonaro (Reprodução)

O candidato do PL escolheu o Rio de Janeiro, berço político do bolsonarismo. Na ocasião, vestia uma camisa verde e amarela com os dizeres "Meu partido é o Brasil"


O senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) chegou à Praia de Copacabana, na zona Sul do Rio, na manhã deste domingo (16), para o lançamento oficial da campanha eleitoral.

Flávio atravessou um corredor montado na Avenida Atlântica em direção a um trio elétrico vestindo uma camisa verde e amarela com os dizeres "Meu partido é o Brasil". Ele estava acompanhado da mulher Fernanda e do candidato ao governo do Estado Douglas Ruas (PL). O candidato a vice de Flávio, Alfredo Gaspar, também participou do ato.

O lançamento ocorreu em um trio elétrico na Avenida Atlântica, palco tradicional de atos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de mobilizações bolsonaristas.

No discurso no primeiro ato oficial de campanha, o candidato disse que não vai desistir do Brasil. E lamentou que seu pai não pode estar presente "porque é odiado" por uma parcela dos poderosos. Nas críticas ao atual governo, destacou: "O presidente da República está deixando legado de incompetência e corrupção."

O senador acrescentou que vai tratar o crime organizado, como PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. "Vou resgatar soberania do Brasil porque vou tratar PCC, Comando Vermelho e milícia como terroristas." E voltou a tecer críticas ao governo Lula. "O atual governo briga com País em outro continente, mas não briga com ladrão de celular, não temos soberania sobre nosso próprio celular." Ele afirmou que a gestão de seu pai foi a "última fronteira na defesa pela democracia".

O candidato do PL escolheu o Estado do Rio, berço político do bolsonarismo, para dar o pontapé inicial à campanha.

Os discursos que antecederam a chegada de Flávio foram marcados por acenos ao eleitorado feminino. Também houve menções ao ex-presidente Jair Bolsonaro e pedidos de "Volta, Bolsonaro" puxados pelo apresentador do evento.

Jair Bolsonaro

Ao falar do pai, se emocionou ao dizer: "É difícil comparar o Pelé com o filho do Pelé, mas estou aqui com toda humildade." Após enaltecer o ex-presidente, parou o discurso para os presentes ouvirem a fala de Bolsonaro. Num discurso rápido, o ex-presidente falou que o País precisa mudar e citou 'o medo' da filha caçula ficar órfã.

Estadão Conteúdo